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Mais de 7,6 mil casos de violência contra pessoas com deficiência foram registrados em 2019

 

O Atlas da Violência 2021 divulgou um estudo inédito e preocupante: em 2019, o Brasil registrou 7.613 casos de violência contra pessoas com deficiência. O levantamento aponta que 58,5% dos casos são de violência doméstica e as mulheres são as maiores vítimas das agressões. Elaborada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), em parceria com o Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), a publicação foi apresentada no dia 31 de agosto.


De acordo com o relatório, o grupo mais atingido é o que tem deficiência intelectual, com 36,2%, seguido de física (11,4%), auditiva (3,6%) e visual (1,4%). A análise mostra ainda que as agressões contra as mulheres são mais de duas vezes superiores às de homens, exceto quando a vítima é pessoa com deficiência visual, quando a superioridade é inferior a 25%.


Para elaborar o estudo, o Atlas usou os dados do Viva-Sinan (Vigilância de Violência Interpessoal e Autoprovocada do Sistema de Informação de Agravos de Notificação), do Ministério da Saúde, registrados por profissionais de saúde, e não considerou as violências autoprovocadas. Utilizou também a base de dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2013, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que buscou produzir dados a respeito da situação de saúde da população brasileira, inclusive das pessoas com deficiência, a partir da declaração dos entrevistados – no caso, pessoa com deficiência ou familiar/responsável.


Confira, abaixo, o resumo do estudo sobre violência contra pessoas com deficiência. Já para ter acesso à íntegra do Atlas da Violência 2021, acesse aqui.


Situação

 

A violência doméstica é a principal situação envolvendo violência interpessoal contra pessoas com deficiência, atingindo sobretudo as mulheres. Os dados indicam, em termos gerais, que a violência doméstica representava mais de 58% das notificações de violência contra pessoas com deficiência, seguida por violência comunitária (24%).


Em termos de gênero, a violência doméstica é ainda maior para as mulheres (61%), enquanto para os homens a violência comunitária é um pouco maior (26%).


Tipo

 

O tipo de violência mais notificado é a física, presente em 53% dos casos, seguida de psicológica (32%) e negligência/abandono (30%). A violência física tem mais registros para todas as pessoas com deficiência, exceto para aquelas com deficiências múltiplas, em que prevalece a negligência (50%).


A violência sexual se destaca entre as pessoas com deficiência intelectual, com 35%. Em termos de gênero, as proporções de violência psicológica e violência sexual são mais altas para mulheres (36% e 28%) que para homens (26% e 10%), em compensação, as proporções de negligência são maiores para homens (39% contra 24%), mas, mesmo neste caso, as notificações de mulheres superam às dos homens (1.171 contra 1040).


Idade

 

A maior concentração de notificações é para vítimas de 10 a 19 anos, decaindo gradativamente com o aumento da idade. De acordo com o estudo, há mais casos notificados de violência contra mulheres (4.540) do que contra homens (2.572), em todas as faixas etárias, exceto na faixa de 0 a 9 anos (293 contra 332).


Presente em 52,7% dos casos, a violência física se concentra na idade adulta de 20 a 59 anos, alcançando 77% dos casos na faixa de 30 a 39 anos, e sendo sempre maior que 60% nessas faixas. A violência psicológica – incluindo a violência patrimonial –, presente em 31,4% dos casos, é relativamente menos frequente entre as crianças de 0 a 9 anos.


A negligência/abandono (29%) se concentra entre as crianças de 0 a 9 anos (52%) e entre idosos, sendo 47% dos casos entre 60 e 69 anos, 61% entre 70 e 79 anos, e 73% entre pessoas com 80 anos ou mais.


Já a violência sexual, relativamente às demais violências, se destaca entre crianças, adolescentes e jovens: presente em 47% dos casos da faixa de 10 a 19 anos, em 29% das ocorrências da faixa de 20 a 29 anos, e em 28% dos casos entre as crianças de 0 a 9 anos.


Serviço

 

A Apae Brasil chama atenção: se você for vítima ou presenciar algum crime contra pessoas com deficiência, acione o Disque 100, um serviço de disseminação de informações acerca dos direitos de grupos vulneráveis e de denúncias de violações de direitos humanos. Qualquer pessoa pode fazer uma denúncia pelo serviço, que funciona diariamente, durante 24h, incluindo sábados, domingos e feriados.


As ligações podem ser feitas de todo o Brasil por meio de discagem direta e gratuita, de qualquer terminal telefônico fixo ou móvel. O cidadão pode entrar em contato com o Disque 100 por meio do site da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, pelo aplicativo Direitos Humanos Brasil e via WhatsApp, por meio do número (61) 99656-5008.

 

O Atlas da Violência 2021 divulgou um estudo inédito e preocupante: em 2019, o Brasil registrou 7.613 casos de violência contra pessoas com deficiência. O levantamento aponta que 58,5% dos casos são de violência doméstica e as mulheres são as maiores vítimas das agressões. Elaborada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), em parceria com o Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), a publicação foi apresentada no dia 31 de agosto.


De acordo com o relatório, o grupo mais atingido é o que tem deficiência intelectual, com 36,2%, seguido de física (11,4%), auditiva (3,6%) e visual (1,4%). A análise mostra ainda que as agressões contra as mulheres são mais de duas vezes superiores às de homens, exceto quando a vítima é pessoa com deficiência visual, quando a superioridade é inferior a 25%.


Para elaborar o estudo, o Atlas usou os dados do Viva-Sinan (Vigilância de Violência Interpessoal e Autoprovocada do Sistema de Informação de Agravos de Notificação), do Ministério da Saúde, registrados por profissionais de saúde, e não considerou as violências autoprovocadas. Utilizou também a base de dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2013, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que buscou produzir dados a respeito da situação de saúde da população brasileira, inclusive das pessoas com deficiência, a partir da declaração dos entrevistados – no caso, pessoa com deficiência ou familiar/responsável.


Confira, abaixo, o resumo do estudo sobre violência contra pessoas com deficiência. Já para ter acesso à íntegra do Atlas da Violência 2021, acesse aqui.


Situação

 

A violência doméstica é a principal situação envolvendo violência interpessoal contra pessoas com deficiência, atingindo sobretudo as mulheres. Os dados indicam, em termos gerais, que a violência doméstica representava mais de 58% das notificações de violência contra pessoas com deficiência, seguida por violência comunitária (24%).


Em termos de gênero, a violência doméstica é ainda maior para as mulheres (61%), enquanto para os homens a violência comunitária é um pouco maior (26%).


Tipo

 

O tipo de violência mais notificado é a física, presente em 53% dos casos, seguida de psicológica (32%) e negligência/abandono (30%). A violência física tem mais registros para todas as pessoas com deficiência, exceto para aquelas com deficiências múltiplas, em que prevalece a negligência (50%).


A violência sexual se destaca entre as pessoas com deficiência intelectual, com 35%. Em termos de gênero, as proporções de violência psicológica e violência sexual são mais altas para mulheres (36% e 28%) que para homens (26% e 10%), em compensação, as proporções de negligência são maiores para homens (39% contra 24%), mas, mesmo neste caso, as notificações de mulheres superam às dos homens (1.171 contra 1040).


Idade

 

A maior concentração de notificações é para vítimas de 10 a 19 anos, decaindo gradativamente com o aumento da idade. De acordo com o estudo, há mais casos notificados de violência contra mulheres (4.540) do que contra homens (2.572), em todas as faixas etárias, exceto na faixa de 0 a 9 anos (293 contra 332).


Presente em 52,7% dos casos, a violência física se concentra na idade adulta de 20 a 59 anos, alcançando 77% dos casos na faixa de 30 a 39 anos, e sendo sempre maior que 60% nessas faixas. A violência psicológica – incluindo a violência patrimonial –, presente em 31,4% dos casos, é relativamente menos frequente entre as crianças de 0 a 9 anos.


A negligência/abandono (29%) se concentra entre as crianças de 0 a 9 anos (52%) e entre idosos, sendo 47% dos casos entre 60 e 69 anos, 61% entre 70 e 79 anos, e 73% entre pessoas com 80 anos ou mais.


Já a violência sexual, relativamente às demais violências, se destaca entre crianças, adolescentes e jovens: presente em 47% dos casos da faixa de 10 a 19 anos, em 29% das ocorrências da faixa de 20 a 29 anos, e em 28% dos casos entre as crianças de 0 a 9 anos.


Serviço

 

A Apae Brasil chama atenção: se você for vítima ou presenciar algum crime contra pessoas com deficiência, acione o Disque 100, um serviço de disseminação de informações acerca dos direitos de grupos vulneráveis e de denúncias de violações de direitos humanos. Qualquer pessoa pode fazer uma denúncia pelo serviço, que funciona diariamente, durante 24h, incluindo sábados, domingos e feriados.


As ligações podem ser feitas de todo o Brasil por meio de discagem direta e gratuita, de qualquer terminal telefônico fixo ou móvel. O cidadão pode entrar em contato com o Disque 100 por meio do site da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, pelo aplicativo Direitos Humanos Brasil e via WhatsApp, por meio do número (61) 99656-5008.
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CLIPE DO DIA : Roupa Nova - Noites Traiçoeiras

 


 


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Instituto Apae Brasil oferece cursos de capacitação profissional sobre pessoas com deficiência

 




O Instituto Apae Brasil de Ensino e Pesquisa disponibiliza, por meio de seu site, sete cursos de capacitação profissional relacionados às pessoas com deficiência intelectual e múltipla. A meta da entidade é estimular e atualizar o conhecimento de professores, estudantes universitários, pesquisadores, conselheiros, representantes de organizações sociais, governos e empresas com responsabilidade social e demais profissionais que atuam nessas áreas.


Ofertados nos temas “Educação”, “Organização da Sociedade” e “Assistência Social”, os cursos estão disponíveis no formato a distância, todos com certificado, são ofertados gratuitamente e possuem carga horária de 20, 40 e 80 horas. Os interessados têm direito a videoaulas e apostilas, por exemplo.


Áreas

Sobre Educação, o Instituto Apae Brasil disponibiliza os cursos “Autismo e Educação Inclusiva: A Mediação Pedagógica”, direcionado aos profissionais que desenvolvem trabalhos voltados às escolas inclusivas; “Introdução aos Estudos da Estimulação Precoce”, programa destinado aos colaboradores da rede Apae e àqueles que trabalham com crianças de zero a três anos de idade; e “Metodologia Científica”, dirigido a universitários, pesquisadores e todo público interessado em conhecimento para desenvolver melhor os seus trabalhos acadêmicos.


Já em Organização da Sociedade, são oferecidos três, entre eles “Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência”, voltado para profissionais de organizações sociais, governos e empresas com responsabilidade social; “Gestão de Organizações do Terceiro Setor”, que visa capacitar gestores de Organizações da Sociedade Civil (OSCs); e “Conselheiro de Direitos Humanos da Pessoa com Deficiência”, a fim de preparar conselheiros quanto aos conceitos básicos acerca do marco legal da política das pessoas com deficiência.


E, no âmbito de Assistência Pessoal, o instituto dispõe o curso “Assistência Social: Ofertas Socioassistenciais para Pessoas com Deficiência”, voltado para profissionais de organizações sociais, governos e empresas com responsabilidade social e que busca apresentar a política assistência social, suas normativas e os processos para habilitação de serviços para pessoas com deficiência.


Para mais informações, acesse o site do Instituto Apae Brasil.


 




O Instituto Apae Brasil de Ensino e Pesquisa disponibiliza, por meio de seu site, sete cursos de capacitação profissional relacionados às pessoas com deficiência intelectual e múltipla. A meta da entidade é estimular e atualizar o conhecimento de professores, estudantes universitários, pesquisadores, conselheiros, representantes de organizações sociais, governos e empresas com responsabilidade social e demais profissionais que atuam nessas áreas.


Ofertados nos temas “Educação”, “Organização da Sociedade” e “Assistência Social”, os cursos estão disponíveis no formato a distância, todos com certificado, são ofertados gratuitamente e possuem carga horária de 20, 40 e 80 horas. Os interessados têm direito a videoaulas e apostilas, por exemplo.


Áreas

Sobre Educação, o Instituto Apae Brasil disponibiliza os cursos “Autismo e Educação Inclusiva: A Mediação Pedagógica”, direcionado aos profissionais que desenvolvem trabalhos voltados às escolas inclusivas; “Introdução aos Estudos da Estimulação Precoce”, programa destinado aos colaboradores da rede Apae e àqueles que trabalham com crianças de zero a três anos de idade; e “Metodologia Científica”, dirigido a universitários, pesquisadores e todo público interessado em conhecimento para desenvolver melhor os seus trabalhos acadêmicos.


Já em Organização da Sociedade, são oferecidos três, entre eles “Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência”, voltado para profissionais de organizações sociais, governos e empresas com responsabilidade social; “Gestão de Organizações do Terceiro Setor”, que visa capacitar gestores de Organizações da Sociedade Civil (OSCs); e “Conselheiro de Direitos Humanos da Pessoa com Deficiência”, a fim de preparar conselheiros quanto aos conceitos básicos acerca do marco legal da política das pessoas com deficiência.


E, no âmbito de Assistência Pessoal, o instituto dispõe o curso “Assistência Social: Ofertas Socioassistenciais para Pessoas com Deficiência”, voltado para profissionais de organizações sociais, governos e empresas com responsabilidade social e que busca apresentar a política assistência social, suas normativas e os processos para habilitação de serviços para pessoas com deficiência.


Para mais informações, acesse o site do Instituto Apae Brasil.


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ASSISTA: APAE BRASIL PROMOVE PROTAGONISMO NA INCLUSÃO

 Há mais de 64 anos, a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais, a Apae, dedica-se a prevenir e promover a cidadania das pessoas com Deficiência Intelectual e Múltipla. Apoiando a inclusão social e incidindo na defesa de seus direitos.




 Há mais de 64 anos, a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais, a Apae, dedica-se a prevenir e promover a cidadania das pessoas com Deficiência Intelectual e Múltipla. Apoiando a inclusão social e incidindo na defesa de seus direitos.




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CLIPE DO DIA: Kemuel - Algo Novo (Ao Vivo) ft. Lukas Agustinho

 


 


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Motorista de app usa mensagens positivas para melhorar dia de passageiros

 


Um motorista de aplicativo de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, está melhorando o dia dos passageiros com mensagens positivas para elas lerem dentro do carro.

Quando entram, dão de cara com “postits” e caixinhas das ‘Mensagens do Bem’, com recados carinhosos que Victor Hugo Sabino Fortunato, de 34 anos, tem no automóvel para proporcionar uma viagem mais agradável para as pessoas.

São mensagens como: “Bom dia, querido amigo! Que Deus abençoe seu dia! Somos fortes, siga em frente!”, ou “Tenha um ótimo dia, de amor e paz! Que seu final de semana seja muito especial”.

Ele teve a ideia depois de ver a tristeza de alguns passageiros que entravam no carro.

“Algumas entravam bem tristes no carro, outras choravam… Tinha pessoas que só olhavam para o céu como se esperassem algo, e isso começou a mexer comigo.”, conta Victor.

Mas não é de hoje que Victor Hugo percebe pessoas tristes nas ruas.

“Mesmo antes de começar a dirigir, na época que pegava todo dia ônibus para ir para o trabalho, comecei a reparar que as pessoas não estavam mais felizes. E isso não é de agora, vem bem antes da pandemia”.

Experiência pessoal

A ideia de levar positividade aos passageiros também veio de uma história que ele não esquece.

“Tive uma experiência pesada: tive que levar uma moça e sua filha ao hospital para se despedir da mãe, pois ela não passaria daquele dia. As duas choravam demais e eu me segurava para não chorar junto. Esse acontecido foi antes de criar as caixinhas das ‘Mensagens do Bem’.”, comentou.

E a reação dos passageiros é a melhor parte. Alguns amam logo de cara a ideia e outros demoram um pouco para entender a intenção das mensagens.

“99% comentam, perguntam se eu conheço quem escreveu para elas. Tem passageiros que recebem as mensagens sendo exatamente aquilo que elas precisavam ler. Isso é transformador!”, falou Victor.

Mensagens

Cada passageiro que entra no carro do Victor, também recebe o convite para deixar uma mensagem dentro da caixinha, presa na parte detrás dos bancos do motorista e passageiro.

“Tem gente que já se encanta só de abrir a porta e ver as caixinhas. Outras entram e não entendem muito o que está acontecendo… Até que eu digo que o passageiro anterior deixou um presente para ela dentro da caixinha, e aí vem a felicidade”, conta.

Incentivar outros motoristas

Para incentivar outros motoristas, Victor criou um perfil no Instagram, onde ele compartilha as mensagens deixadas no carro.

Victor virou motorista de aplicativo durante a pandemia, com intuito de ter uma renda extra, mas acabou se tornando sua principal função.

Outro motorista que vem fazendo a diferença é o Marcos Luvinha. Ele largou o vício com a malhação e agora quer abrir uma academia popular em Fortaleza. Lançamos uma vaquinha para ajudá-lo


 


Um motorista de aplicativo de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, está melhorando o dia dos passageiros com mensagens positivas para elas lerem dentro do carro.

Quando entram, dão de cara com “postits” e caixinhas das ‘Mensagens do Bem’, com recados carinhosos que Victor Hugo Sabino Fortunato, de 34 anos, tem no automóvel para proporcionar uma viagem mais agradável para as pessoas.

São mensagens como: “Bom dia, querido amigo! Que Deus abençoe seu dia! Somos fortes, siga em frente!”, ou “Tenha um ótimo dia, de amor e paz! Que seu final de semana seja muito especial”.

Ele teve a ideia depois de ver a tristeza de alguns passageiros que entravam no carro.

“Algumas entravam bem tristes no carro, outras choravam… Tinha pessoas que só olhavam para o céu como se esperassem algo, e isso começou a mexer comigo.”, conta Victor.

Mas não é de hoje que Victor Hugo percebe pessoas tristes nas ruas.

“Mesmo antes de começar a dirigir, na época que pegava todo dia ônibus para ir para o trabalho, comecei a reparar que as pessoas não estavam mais felizes. E isso não é de agora, vem bem antes da pandemia”.

Experiência pessoal

A ideia de levar positividade aos passageiros também veio de uma história que ele não esquece.

“Tive uma experiência pesada: tive que levar uma moça e sua filha ao hospital para se despedir da mãe, pois ela não passaria daquele dia. As duas choravam demais e eu me segurava para não chorar junto. Esse acontecido foi antes de criar as caixinhas das ‘Mensagens do Bem’.”, comentou.

E a reação dos passageiros é a melhor parte. Alguns amam logo de cara a ideia e outros demoram um pouco para entender a intenção das mensagens.

“99% comentam, perguntam se eu conheço quem escreveu para elas. Tem passageiros que recebem as mensagens sendo exatamente aquilo que elas precisavam ler. Isso é transformador!”, falou Victor.

Mensagens

Cada passageiro que entra no carro do Victor, também recebe o convite para deixar uma mensagem dentro da caixinha, presa na parte detrás dos bancos do motorista e passageiro.

“Tem gente que já se encanta só de abrir a porta e ver as caixinhas. Outras entram e não entendem muito o que está acontecendo… Até que eu digo que o passageiro anterior deixou um presente para ela dentro da caixinha, e aí vem a felicidade”, conta.

Incentivar outros motoristas

Para incentivar outros motoristas, Victor criou um perfil no Instagram, onde ele compartilha as mensagens deixadas no carro.

Victor virou motorista de aplicativo durante a pandemia, com intuito de ter uma renda extra, mas acabou se tornando sua principal função.

Outro motorista que vem fazendo a diferença é o Marcos Luvinha. Ele largou o vício com a malhação e agora quer abrir uma academia popular em Fortaleza. Lançamos uma vaquinha para ajudá-lo


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Apae Brasil firma parceria para debater acerca da prematuridade

 

A prematuridade é um tema delicado e que requer atenção, independentemente se os pais são de primeira viagem. Mas, com o avanço da tecnologia, medicina e, principalmente, da facilidade de acesso à informação, esses bebês estão tendo um melhor desenvolvimento e mais qualidade de vida. Diante da importância do assunto e com o propósito de transmitir mais conhecimento e conscientização, a Federação Nacional das Apaes (Fenapaes) realizará pelos próximos meses, em parceria com a ONG Prematuridade.com, diversos debates a respeito do parto prematuro. E a primeira live aconteceu nesta quinta-feira (2), às 19h, que abordará os "Efeitos do nascimento prematuro: impactos e principais cuidados".


O encontro contará com a participação do presidente da Apae Brasil, José Turozi, e será mediado pelo médico Albanir Santana, presidente da Apae de Goiânia (GO) e Coordenador Nacional de Saúde e Prevenção da organização. As convidadas são a fundadora e diretora-executiva da ONG Prematuridade.com, Denise Suguitani; a pediatra e consultora Nacional da Saúde da Criança e Aleitamento Materno do Ministério da Saúde, Zeni Carvalho Lamy; e a coordenadora de Políticas Públicas da ONG Prematuridade.com e mãe da Eva e da Elis, Suellen Martins.

A transmissão será feita pelo YouTube e Facebook da Apae Brasil.

 

A prematuridade é um tema delicado e que requer atenção, independentemente se os pais são de primeira viagem. Mas, com o avanço da tecnologia, medicina e, principalmente, da facilidade de acesso à informação, esses bebês estão tendo um melhor desenvolvimento e mais qualidade de vida. Diante da importância do assunto e com o propósito de transmitir mais conhecimento e conscientização, a Federação Nacional das Apaes (Fenapaes) realizará pelos próximos meses, em parceria com a ONG Prematuridade.com, diversos debates a respeito do parto prematuro. E a primeira live aconteceu nesta quinta-feira (2), às 19h, que abordará os "Efeitos do nascimento prematuro: impactos e principais cuidados".


O encontro contará com a participação do presidente da Apae Brasil, José Turozi, e será mediado pelo médico Albanir Santana, presidente da Apae de Goiânia (GO) e Coordenador Nacional de Saúde e Prevenção da organização. As convidadas são a fundadora e diretora-executiva da ONG Prematuridade.com, Denise Suguitani; a pediatra e consultora Nacional da Saúde da Criança e Aleitamento Materno do Ministério da Saúde, Zeni Carvalho Lamy; e a coordenadora de Políticas Públicas da ONG Prematuridade.com e mãe da Eva e da Elis, Suellen Martins.

A transmissão será feita pelo YouTube e Facebook da Apae Brasil.

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CLIPE DO DIA: Fernanda Brum - Espírito Santo (Ao Vivo)

 


 


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Prefeitura de Ilhéus realiza solenidade cívica em comemoração ao dia da Independência do Brasil

 

A Prefeitura de Ilhéus, por meio da Secretaria de Educação (Seduc), divulgou a agenda semanal, com destaque para o ato cívico em comemoração ao dia da Independência do Brasil. A solenidade acontece nesta terça-feira (7), a partir das 8h, no estacionamento do Centro Administrativo da Conquista.

Nesta segunda-feira (6), será realizado o momento coletivo, com início do planejamento para o período compreendido entre 27 de setembro e 8 de outubro. A reunião segue até a sexta-feira (10), das 8h às 17h. 

Na quarta-feira (8) acontece o plantão para instruir e apresentar aos supervisores, orientadores e diretores dos Anos Finais e da Educação de Jovens e Adultos (EJA) as diretrizes pedagógicas para retorno híbrido na rede municipal de ensino, que intercala atividades presenciais e não presenciais. A reunião será promovida na sede da Seduc, das 9h às 17h.

Ainda na quarta-feira será realizado o Planejamento Coletivo em Rede (PCR), às 14h para professores da Educação Infantil - Grupo 2 e dos Anos Iniciais (3º ano – Grupo 1), na plataforma Google Meet. Já os docentes dos Anos Iniciais (3º Ano – Grupo 2) participarão do PCR às 16h.

Na quinta-feira (9), o planejamento continua para os professores dos Anos Iniciais (4º e 5º anos - Grupo 1) e da Educação Infantil - Grupo 3, às 14h;  e para os professores dos Anos Iniciais (4º e 5º anos - Grupo 2), às 16h, também no Google Meet.

Os encontros do plantão para discutir o plano de retorno escolar seguem na sede da secretaria, das 9h às 17h, na quinta e sexta-feira (10). Finalizando a agenda, na sexta-feira acontece o curso de Libras Intermediário para o público inscrito, a partir das 10h, com transmissão pelo canal oficial da Seduc no YouTube e pela plataforma Doity.

“Estamos buscando alternativas para regularizar o calendário, que foi afetado pela pandemia. Mesmo diante das dificuldades, o nosso trabalho é feito com planejamento e vamos continuar lutando para oferecer uma educação digna e de qualidade para os nossos jovens e as nossas crianças”, frisou o prefeito Mário Alexandre.

De acordo com a Seduc, a equipe gestora realiza reuniões pontuais para garantir o retorno responsável, gradual e flexível de toda a comunidade escolar, em atendimento aos protocolos de segurança sanitária contra a Covid-19.

 

A Prefeitura de Ilhéus, por meio da Secretaria de Educação (Seduc), divulgou a agenda semanal, com destaque para o ato cívico em comemoração ao dia da Independência do Brasil. A solenidade acontece nesta terça-feira (7), a partir das 8h, no estacionamento do Centro Administrativo da Conquista.

Nesta segunda-feira (6), será realizado o momento coletivo, com início do planejamento para o período compreendido entre 27 de setembro e 8 de outubro. A reunião segue até a sexta-feira (10), das 8h às 17h. 

Na quarta-feira (8) acontece o plantão para instruir e apresentar aos supervisores, orientadores e diretores dos Anos Finais e da Educação de Jovens e Adultos (EJA) as diretrizes pedagógicas para retorno híbrido na rede municipal de ensino, que intercala atividades presenciais e não presenciais. A reunião será promovida na sede da Seduc, das 9h às 17h.

Ainda na quarta-feira será realizado o Planejamento Coletivo em Rede (PCR), às 14h para professores da Educação Infantil - Grupo 2 e dos Anos Iniciais (3º ano – Grupo 1), na plataforma Google Meet. Já os docentes dos Anos Iniciais (3º Ano – Grupo 2) participarão do PCR às 16h.

Na quinta-feira (9), o planejamento continua para os professores dos Anos Iniciais (4º e 5º anos - Grupo 1) e da Educação Infantil - Grupo 3, às 14h;  e para os professores dos Anos Iniciais (4º e 5º anos - Grupo 2), às 16h, também no Google Meet.

Os encontros do plantão para discutir o plano de retorno escolar seguem na sede da secretaria, das 9h às 17h, na quinta e sexta-feira (10). Finalizando a agenda, na sexta-feira acontece o curso de Libras Intermediário para o público inscrito, a partir das 10h, com transmissão pelo canal oficial da Seduc no YouTube e pela plataforma Doity.

“Estamos buscando alternativas para regularizar o calendário, que foi afetado pela pandemia. Mesmo diante das dificuldades, o nosso trabalho é feito com planejamento e vamos continuar lutando para oferecer uma educação digna e de qualidade para os nossos jovens e as nossas crianças”, frisou o prefeito Mário Alexandre.

De acordo com a Seduc, a equipe gestora realiza reuniões pontuais para garantir o retorno responsável, gradual e flexível de toda a comunidade escolar, em atendimento aos protocolos de segurança sanitária contra a Covid-19.

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Com queda na demanda, Ilhéus mantém Centro Covid-19 para atendimento ambulatorial

 

 

A Prefeitura de Ilhéus anunciou nesta segunda-feira (6) o plano de desmobilização temporária dos 20 leitos para tratamento da Covid-19, habilitados no Hospital de Campanha, instalado no Centro de Convenções. Conforme a Secretaria de Saúde (Sesau), a desmobilização é gradual e leva em consideração o cenário epidemiológico do município.

A estratégia foi adotada devido à desaceleração na taxa de contaminação e redução das solicitações para internamento de pacientes infectados. A Sesau reforça que a unidade não será desativada. O atendimento ambulatorial continua em funcionamento 24 horas, com realização de coleta do material todos os dias, das 8h às 12h.

O Centro Covid-19 passa a funcionar como unidade de retaguarda e caso haja necessidade, o paciente será transferido para hospitais conveniados. A desmobilização obedece a critérios específicos, como queda na taxa de transmissão e ocupação de leitos abaixo de 70%. O prefeito Mário Alexandre explica que o plano é responsável e foi montado após análises criteriosas dos dados existentes.

“A pandemia não acabou. A população precisa manter todas as medidas de prevenção, com uso de máscara de proteção, higienização das mãos e distanciamento social. Só assim será possível frear o ritmo de transmissão do vírus”.

O boletim epidemiológico divulgado no domingo (5) contabiliza 19.655 pessoas curadas e 25 infectadas pela Covid-19. Dos atuais 61 leitos de UTI habilitados, 7 estão ocupados com pacientes de Ilhéus e 8 abrigam pacientes oriundos de outras cidades baianas.

 

 

A Prefeitura de Ilhéus anunciou nesta segunda-feira (6) o plano de desmobilização temporária dos 20 leitos para tratamento da Covid-19, habilitados no Hospital de Campanha, instalado no Centro de Convenções. Conforme a Secretaria de Saúde (Sesau), a desmobilização é gradual e leva em consideração o cenário epidemiológico do município.

A estratégia foi adotada devido à desaceleração na taxa de contaminação e redução das solicitações para internamento de pacientes infectados. A Sesau reforça que a unidade não será desativada. O atendimento ambulatorial continua em funcionamento 24 horas, com realização de coleta do material todos os dias, das 8h às 12h.

O Centro Covid-19 passa a funcionar como unidade de retaguarda e caso haja necessidade, o paciente será transferido para hospitais conveniados. A desmobilização obedece a critérios específicos, como queda na taxa de transmissão e ocupação de leitos abaixo de 70%. O prefeito Mário Alexandre explica que o plano é responsável e foi montado após análises criteriosas dos dados existentes.

“A pandemia não acabou. A população precisa manter todas as medidas de prevenção, com uso de máscara de proteção, higienização das mãos e distanciamento social. Só assim será possível frear o ritmo de transmissão do vírus”.

O boletim epidemiológico divulgado no domingo (5) contabiliza 19.655 pessoas curadas e 25 infectadas pela Covid-19. Dos atuais 61 leitos de UTI habilitados, 7 estão ocupados com pacientes de Ilhéus e 8 abrigam pacientes oriundos de outras cidades baianas.

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