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Presidente José Turozi e Arthur Lira discutem propostas que fortalecem ações da Rede Apae Brasil

 

O presidente da Federação Nacional das Apaes (Fenapaes), José Turozi, se reuniu nesta quinta-feira (30) com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), para discutir políticas públicas destinadas às pessoas com deficiência intelectual e múltipla. O encontro, que ocorreu na residência oficial, em Brasília, contou com a presença do diretor Social da instituição, William Ferreira, do presidente da Federação das Apaes de Alagoas (Feapaes-AL), o deputado estadual Léo Loureiro (PP), e do vice-presidente da Federação das Apaes de Goiás (Feapaes-GO), Hélio Lopes.


Na oportunidade, além de fazer um panorama da Rede Apae Brasil – que atualmente reúne mais de 2.200 filiadas – e destacar o trabalhado desenvolvido nas cinco regiões do país e as ações que tiveram repercussão nacional, José Turozi entregou a Arthur Lira um documento com propostas que fortalecem as ações da organização e visam assegurar direitos e melhor qualidade de vida para as pessoas com deficiência. Os projetos foram feitos por cinco coordenadorias técnicas: Assistência Social; Educação; Educação Profissional, Trabalho, Emprego e Renda; Autogestão e Autodefensoria; e Defesa de Direitos e Mobilização Social.


Além disso, o presidente da Fenapaes apresentou um pedido de alteração no artigo 4º da Lei nº 5.768/71, referente aos sorteios filantrópicos, e demandas da saúde.


“Solicitamos apoio do Arthur Lira e da assessoria dele para que nossas pautas sejam realmente trabalhadas e efetivadas”, salientou Turozi, que disse acreditar que o parlamentar e sua equipe terão um olhar especial para a Rede Apae Brasil. “É uma porta que abrimos junto à Câmara dos Deputados para facilitar e melhorar a vida das pessoas com deficiência e para que a gente possa implementar as políticas públicas em prol dessa população”, acrescentou.

 

O presidente da Federação Nacional das Apaes (Fenapaes), José Turozi, se reuniu nesta quinta-feira (30) com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), para discutir políticas públicas destinadas às pessoas com deficiência intelectual e múltipla. O encontro, que ocorreu na residência oficial, em Brasília, contou com a presença do diretor Social da instituição, William Ferreira, do presidente da Federação das Apaes de Alagoas (Feapaes-AL), o deputado estadual Léo Loureiro (PP), e do vice-presidente da Federação das Apaes de Goiás (Feapaes-GO), Hélio Lopes.


Na oportunidade, além de fazer um panorama da Rede Apae Brasil – que atualmente reúne mais de 2.200 filiadas – e destacar o trabalhado desenvolvido nas cinco regiões do país e as ações que tiveram repercussão nacional, José Turozi entregou a Arthur Lira um documento com propostas que fortalecem as ações da organização e visam assegurar direitos e melhor qualidade de vida para as pessoas com deficiência. Os projetos foram feitos por cinco coordenadorias técnicas: Assistência Social; Educação; Educação Profissional, Trabalho, Emprego e Renda; Autogestão e Autodefensoria; e Defesa de Direitos e Mobilização Social.


Além disso, o presidente da Fenapaes apresentou um pedido de alteração no artigo 4º da Lei nº 5.768/71, referente aos sorteios filantrópicos, e demandas da saúde.


“Solicitamos apoio do Arthur Lira e da assessoria dele para que nossas pautas sejam realmente trabalhadas e efetivadas”, salientou Turozi, que disse acreditar que o parlamentar e sua equipe terão um olhar especial para a Rede Apae Brasil. “É uma porta que abrimos junto à Câmara dos Deputados para facilitar e melhorar a vida das pessoas com deficiência e para que a gente possa implementar as políticas públicas em prol dessa população”, acrescentou.

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CLIPE DO DIA: Midian Lima - Não Pare (Clipe Oficial MK Music)

 


 


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Prefeito Mário Alexandre assina convênio com Embasa para ampliar saneamento básico em Ilhéus

 


Reunião Embasa

O convênio que autoriza as obras para ampliação dos serviços de água tratada, coleta e tratamento de esgoto em Ilhéus foi assinado na segunda-feira (27), durante visita do prefeito Mário Alexandre à sede da Embasa. O planejamento inclui as zonas urbana e rural, além do reparo do pavimento nas áreas atendidas pela Embasa.

“Uma cidade desenvolvida é uma cidade com esgotamento e água tratada em toda a sua extensão. Por meio desse convênio solicitamos que o Município possa recuperar a pavimentação nos trechos onde ocorrem as intervenções, contribuindo na durabilidade do asfalto e demais obras ligadas ao saneamento. São investimentos que levam mais saúde e melhoram a qualidade de vida do nosso povo”, destacou Mário Alexandre.

Com o apoio do Governo do Estado, Ilhéus tem recebido investimentos de forma sistêmica e contínua para ampliar 100% a cobertura. Somado à conclusão da segunda etapa da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), já em andamento, a cobertura chegará a 80%, passo fundamental para o progresso econômico e social do município. Na ocasião também foram discutidas propostas para incorporar as novas diretrizes pautadas na Lei do Marco Legal do Saneamento, que visa garantir a universalização dos serviços.

 

 


Reunião Embasa

O convênio que autoriza as obras para ampliação dos serviços de água tratada, coleta e tratamento de esgoto em Ilhéus foi assinado na segunda-feira (27), durante visita do prefeito Mário Alexandre à sede da Embasa. O planejamento inclui as zonas urbana e rural, além do reparo do pavimento nas áreas atendidas pela Embasa.

“Uma cidade desenvolvida é uma cidade com esgotamento e água tratada em toda a sua extensão. Por meio desse convênio solicitamos que o Município possa recuperar a pavimentação nos trechos onde ocorrem as intervenções, contribuindo na durabilidade do asfalto e demais obras ligadas ao saneamento. São investimentos que levam mais saúde e melhoram a qualidade de vida do nosso povo”, destacou Mário Alexandre.

Com o apoio do Governo do Estado, Ilhéus tem recebido investimentos de forma sistêmica e contínua para ampliar 100% a cobertura. Somado à conclusão da segunda etapa da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), já em andamento, a cobertura chegará a 80%, passo fundamental para o progresso econômico e social do município. Na ocasião também foram discutidas propostas para incorporar as novas diretrizes pautadas na Lei do Marco Legal do Saneamento, que visa garantir a universalização dos serviços.

 

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Ilhéus: Retorno híbrido e inscrição para curso de relações étnico-raciais são destaque da agenda Sed

 

A secretaria de Educação da Prefeitura de Ilhéus lançou a programação pedagógica desta semana, onde o retorno híbrido das aulas e as inscrições abertas para o curso de relações étnico-raciais no contexto escolar, dia 29, são destaque na agenda da semana.

Na segunda-feira, 27, famílias e alunos participaram do retorno híbrido nas unidades escolares, etapa 2 da proposta pedagógica da educação municipal para o período de pandemia. O plantão pedagógico com a entrega presencial do roteiro de aprendizagem e do bloco de atividades às famílias, também foi realizado nas escolas com a participação dos diretores.

Pela manhã, aconteceu na Seduc a entrega simbólica de pré-livros produzidos pelos alunos do projeto Nas Ondas da Leitura, para o público escolar. A tarde, houve o encontro formativo para os trabalhadores dos serviços gerais e merendeiros, via Google Meet.

Na próxima quarta-feira, 29, estarão abertas as inscrições para o curso de relações étnico-raciais no contexto escolar para os profissionais da educação pela plataforma Doity. Também acontecerá uma reunião para orientações do setor de matrículas com secretários e gerentes administrativos via Google Meet.

O encontro presencial do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), acontece na quinta-feira, 30, às 10h, com gestores, conselheiros, secretários escolares, servidores em educação e comunidade em geral, via Google Meet.

Na mesma data e horário, será exibido, às 10h, o vídeo PCR de falas inclusivas 4, no Youtube, aberto para o público em geral. 

Na sexta-feira, 1º, o curso de libras, de nível intermediário, continua às 10h, para inscritos, nas plataformas Doity e Youtube. E a tarde, acontece a reunião integrada da Seduc com os diretores via Google Meet, às 14h.

 

A secretaria de Educação da Prefeitura de Ilhéus lançou a programação pedagógica desta semana, onde o retorno híbrido das aulas e as inscrições abertas para o curso de relações étnico-raciais no contexto escolar, dia 29, são destaque na agenda da semana.

Na segunda-feira, 27, famílias e alunos participaram do retorno híbrido nas unidades escolares, etapa 2 da proposta pedagógica da educação municipal para o período de pandemia. O plantão pedagógico com a entrega presencial do roteiro de aprendizagem e do bloco de atividades às famílias, também foi realizado nas escolas com a participação dos diretores.

Pela manhã, aconteceu na Seduc a entrega simbólica de pré-livros produzidos pelos alunos do projeto Nas Ondas da Leitura, para o público escolar. A tarde, houve o encontro formativo para os trabalhadores dos serviços gerais e merendeiros, via Google Meet.

Na próxima quarta-feira, 29, estarão abertas as inscrições para o curso de relações étnico-raciais no contexto escolar para os profissionais da educação pela plataforma Doity. Também acontecerá uma reunião para orientações do setor de matrículas com secretários e gerentes administrativos via Google Meet.

O encontro presencial do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), acontece na quinta-feira, 30, às 10h, com gestores, conselheiros, secretários escolares, servidores em educação e comunidade em geral, via Google Meet.

Na mesma data e horário, será exibido, às 10h, o vídeo PCR de falas inclusivas 4, no Youtube, aberto para o público em geral. 

Na sexta-feira, 1º, o curso de libras, de nível intermediário, continua às 10h, para inscritos, nas plataformas Doity e Youtube. E a tarde, acontece a reunião integrada da Seduc com os diretores via Google Meet, às 14h.

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Prefeitura firma parceria com o Abrigo São Vicente para assistir os idosos

 

A prefeitura por meio da secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza firmou uma parceria com o Abrigo São Vicente de Paulo para assistência aos idosos  abrigados na instituição.  Após participar da missa de encerramento da Semana do Idoso, o prefeito Mário Alexandre, juntamente com a diretoria do Abrigo, assinou um termo de cooperação neste último domingo, 26, na sede da entidade, para a destinação de gêneros alimentícios e assistência psicológica.

De acordo com a secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza, o município de Ilhéus realizará doação de cestas básicas, carnes e prestará por meio de profissionais psicólogos, assistência terapêutica durante um período de três meses, convênio a ser renovado por igual período.

“Fico muito feliz em poder fazer mais por nossos idosos do Abrigo São Vicente de Paulo. Assinamos o termo de cooperação, pois sabemos da grande importância desse trabalho que promove os cuidados com os idosos e do significado para todos aqueles que chegam na  terceira idade e necessitam de amparo e acolhimento”, disse o prefeito Mário Alexandre. “Fazer parcerias e ajudar instituições da nossa sociedade civil organizada em seus trabalhos sociais, é algo que a Prefeitura de Ilhéus valoriza”, completou.

 

A prefeitura por meio da secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza firmou uma parceria com o Abrigo São Vicente de Paulo para assistência aos idosos  abrigados na instituição.  Após participar da missa de encerramento da Semana do Idoso, o prefeito Mário Alexandre, juntamente com a diretoria do Abrigo, assinou um termo de cooperação neste último domingo, 26, na sede da entidade, para a destinação de gêneros alimentícios e assistência psicológica.

De acordo com a secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza, o município de Ilhéus realizará doação de cestas básicas, carnes e prestará por meio de profissionais psicólogos, assistência terapêutica durante um período de três meses, convênio a ser renovado por igual período.

“Fico muito feliz em poder fazer mais por nossos idosos do Abrigo São Vicente de Paulo. Assinamos o termo de cooperação, pois sabemos da grande importância desse trabalho que promove os cuidados com os idosos e do significado para todos aqueles que chegam na  terceira idade e necessitam de amparo e acolhimento”, disse o prefeito Mário Alexandre. “Fazer parcerias e ajudar instituições da nossa sociedade civil organizada em seus trabalhos sociais, é algo que a Prefeitura de Ilhéus valoriza”, completou.

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Mais de 7,6 mil casos de violência contra pessoas com deficiência foram registrados em 2019

 

O Atlas da Violência 2021 divulgou um estudo inédito e preocupante: em 2019, o Brasil registrou 7.613 casos de violência contra pessoas com deficiência. O levantamento aponta que 58,5% dos casos são de violência doméstica e as mulheres são as maiores vítimas das agressões. Elaborada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), em parceria com o Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), a publicação foi apresentada no dia 31 de agosto.


De acordo com o relatório, o grupo mais atingido é o que tem deficiência intelectual, com 36,2%, seguido de física (11,4%), auditiva (3,6%) e visual (1,4%). A análise mostra ainda que as agressões contra as mulheres são mais de duas vezes superiores às de homens, exceto quando a vítima é pessoa com deficiência visual, quando a superioridade é inferior a 25%.


Para elaborar o estudo, o Atlas usou os dados do Viva-Sinan (Vigilância de Violência Interpessoal e Autoprovocada do Sistema de Informação de Agravos de Notificação), do Ministério da Saúde, registrados por profissionais de saúde, e não considerou as violências autoprovocadas. Utilizou também a base de dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2013, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que buscou produzir dados a respeito da situação de saúde da população brasileira, inclusive das pessoas com deficiência, a partir da declaração dos entrevistados – no caso, pessoa com deficiência ou familiar/responsável.


Confira, abaixo, o resumo do estudo sobre violência contra pessoas com deficiência. Já para ter acesso à íntegra do Atlas da Violência 2021, acesse aqui.


Situação

 

A violência doméstica é a principal situação envolvendo violência interpessoal contra pessoas com deficiência, atingindo sobretudo as mulheres. Os dados indicam, em termos gerais, que a violência doméstica representava mais de 58% das notificações de violência contra pessoas com deficiência, seguida por violência comunitária (24%).


Em termos de gênero, a violência doméstica é ainda maior para as mulheres (61%), enquanto para os homens a violência comunitária é um pouco maior (26%).


Tipo

 

O tipo de violência mais notificado é a física, presente em 53% dos casos, seguida de psicológica (32%) e negligência/abandono (30%). A violência física tem mais registros para todas as pessoas com deficiência, exceto para aquelas com deficiências múltiplas, em que prevalece a negligência (50%).


A violência sexual se destaca entre as pessoas com deficiência intelectual, com 35%. Em termos de gênero, as proporções de violência psicológica e violência sexual são mais altas para mulheres (36% e 28%) que para homens (26% e 10%), em compensação, as proporções de negligência são maiores para homens (39% contra 24%), mas, mesmo neste caso, as notificações de mulheres superam às dos homens (1.171 contra 1040).


Idade

 

A maior concentração de notificações é para vítimas de 10 a 19 anos, decaindo gradativamente com o aumento da idade. De acordo com o estudo, há mais casos notificados de violência contra mulheres (4.540) do que contra homens (2.572), em todas as faixas etárias, exceto na faixa de 0 a 9 anos (293 contra 332).


Presente em 52,7% dos casos, a violência física se concentra na idade adulta de 20 a 59 anos, alcançando 77% dos casos na faixa de 30 a 39 anos, e sendo sempre maior que 60% nessas faixas. A violência psicológica – incluindo a violência patrimonial –, presente em 31,4% dos casos, é relativamente menos frequente entre as crianças de 0 a 9 anos.


A negligência/abandono (29%) se concentra entre as crianças de 0 a 9 anos (52%) e entre idosos, sendo 47% dos casos entre 60 e 69 anos, 61% entre 70 e 79 anos, e 73% entre pessoas com 80 anos ou mais.


Já a violência sexual, relativamente às demais violências, se destaca entre crianças, adolescentes e jovens: presente em 47% dos casos da faixa de 10 a 19 anos, em 29% das ocorrências da faixa de 20 a 29 anos, e em 28% dos casos entre as crianças de 0 a 9 anos.


Serviço

 

A Apae Brasil chama atenção: se você for vítima ou presenciar algum crime contra pessoas com deficiência, acione o Disque 100, um serviço de disseminação de informações acerca dos direitos de grupos vulneráveis e de denúncias de violações de direitos humanos. Qualquer pessoa pode fazer uma denúncia pelo serviço, que funciona diariamente, durante 24h, incluindo sábados, domingos e feriados.


As ligações podem ser feitas de todo o Brasil por meio de discagem direta e gratuita, de qualquer terminal telefônico fixo ou móvel. O cidadão pode entrar em contato com o Disque 100 por meio do site da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, pelo aplicativo Direitos Humanos Brasil e via WhatsApp, por meio do número (61) 99656-5008.

 

O Atlas da Violência 2021 divulgou um estudo inédito e preocupante: em 2019, o Brasil registrou 7.613 casos de violência contra pessoas com deficiência. O levantamento aponta que 58,5% dos casos são de violência doméstica e as mulheres são as maiores vítimas das agressões. Elaborada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), em parceria com o Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), a publicação foi apresentada no dia 31 de agosto.


De acordo com o relatório, o grupo mais atingido é o que tem deficiência intelectual, com 36,2%, seguido de física (11,4%), auditiva (3,6%) e visual (1,4%). A análise mostra ainda que as agressões contra as mulheres são mais de duas vezes superiores às de homens, exceto quando a vítima é pessoa com deficiência visual, quando a superioridade é inferior a 25%.


Para elaborar o estudo, o Atlas usou os dados do Viva-Sinan (Vigilância de Violência Interpessoal e Autoprovocada do Sistema de Informação de Agravos de Notificação), do Ministério da Saúde, registrados por profissionais de saúde, e não considerou as violências autoprovocadas. Utilizou também a base de dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2013, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que buscou produzir dados a respeito da situação de saúde da população brasileira, inclusive das pessoas com deficiência, a partir da declaração dos entrevistados – no caso, pessoa com deficiência ou familiar/responsável.


Confira, abaixo, o resumo do estudo sobre violência contra pessoas com deficiência. Já para ter acesso à íntegra do Atlas da Violência 2021, acesse aqui.


Situação

 

A violência doméstica é a principal situação envolvendo violência interpessoal contra pessoas com deficiência, atingindo sobretudo as mulheres. Os dados indicam, em termos gerais, que a violência doméstica representava mais de 58% das notificações de violência contra pessoas com deficiência, seguida por violência comunitária (24%).


Em termos de gênero, a violência doméstica é ainda maior para as mulheres (61%), enquanto para os homens a violência comunitária é um pouco maior (26%).


Tipo

 

O tipo de violência mais notificado é a física, presente em 53% dos casos, seguida de psicológica (32%) e negligência/abandono (30%). A violência física tem mais registros para todas as pessoas com deficiência, exceto para aquelas com deficiências múltiplas, em que prevalece a negligência (50%).


A violência sexual se destaca entre as pessoas com deficiência intelectual, com 35%. Em termos de gênero, as proporções de violência psicológica e violência sexual são mais altas para mulheres (36% e 28%) que para homens (26% e 10%), em compensação, as proporções de negligência são maiores para homens (39% contra 24%), mas, mesmo neste caso, as notificações de mulheres superam às dos homens (1.171 contra 1040).


Idade

 

A maior concentração de notificações é para vítimas de 10 a 19 anos, decaindo gradativamente com o aumento da idade. De acordo com o estudo, há mais casos notificados de violência contra mulheres (4.540) do que contra homens (2.572), em todas as faixas etárias, exceto na faixa de 0 a 9 anos (293 contra 332).


Presente em 52,7% dos casos, a violência física se concentra na idade adulta de 20 a 59 anos, alcançando 77% dos casos na faixa de 30 a 39 anos, e sendo sempre maior que 60% nessas faixas. A violência psicológica – incluindo a violência patrimonial –, presente em 31,4% dos casos, é relativamente menos frequente entre as crianças de 0 a 9 anos.


A negligência/abandono (29%) se concentra entre as crianças de 0 a 9 anos (52%) e entre idosos, sendo 47% dos casos entre 60 e 69 anos, 61% entre 70 e 79 anos, e 73% entre pessoas com 80 anos ou mais.


Já a violência sexual, relativamente às demais violências, se destaca entre crianças, adolescentes e jovens: presente em 47% dos casos da faixa de 10 a 19 anos, em 29% das ocorrências da faixa de 20 a 29 anos, e em 28% dos casos entre as crianças de 0 a 9 anos.


Serviço

 

A Apae Brasil chama atenção: se você for vítima ou presenciar algum crime contra pessoas com deficiência, acione o Disque 100, um serviço de disseminação de informações acerca dos direitos de grupos vulneráveis e de denúncias de violações de direitos humanos. Qualquer pessoa pode fazer uma denúncia pelo serviço, que funciona diariamente, durante 24h, incluindo sábados, domingos e feriados.


As ligações podem ser feitas de todo o Brasil por meio de discagem direta e gratuita, de qualquer terminal telefônico fixo ou móvel. O cidadão pode entrar em contato com o Disque 100 por meio do site da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, pelo aplicativo Direitos Humanos Brasil e via WhatsApp, por meio do número (61) 99656-5008.
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CLIPE DO DIA : Roupa Nova - Noites Traiçoeiras

 


 


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Instituto Apae Brasil oferece cursos de capacitação profissional sobre pessoas com deficiência

 




O Instituto Apae Brasil de Ensino e Pesquisa disponibiliza, por meio de seu site, sete cursos de capacitação profissional relacionados às pessoas com deficiência intelectual e múltipla. A meta da entidade é estimular e atualizar o conhecimento de professores, estudantes universitários, pesquisadores, conselheiros, representantes de organizações sociais, governos e empresas com responsabilidade social e demais profissionais que atuam nessas áreas.


Ofertados nos temas “Educação”, “Organização da Sociedade” e “Assistência Social”, os cursos estão disponíveis no formato a distância, todos com certificado, são ofertados gratuitamente e possuem carga horária de 20, 40 e 80 horas. Os interessados têm direito a videoaulas e apostilas, por exemplo.


Áreas

Sobre Educação, o Instituto Apae Brasil disponibiliza os cursos “Autismo e Educação Inclusiva: A Mediação Pedagógica”, direcionado aos profissionais que desenvolvem trabalhos voltados às escolas inclusivas; “Introdução aos Estudos da Estimulação Precoce”, programa destinado aos colaboradores da rede Apae e àqueles que trabalham com crianças de zero a três anos de idade; e “Metodologia Científica”, dirigido a universitários, pesquisadores e todo público interessado em conhecimento para desenvolver melhor os seus trabalhos acadêmicos.


Já em Organização da Sociedade, são oferecidos três, entre eles “Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência”, voltado para profissionais de organizações sociais, governos e empresas com responsabilidade social; “Gestão de Organizações do Terceiro Setor”, que visa capacitar gestores de Organizações da Sociedade Civil (OSCs); e “Conselheiro de Direitos Humanos da Pessoa com Deficiência”, a fim de preparar conselheiros quanto aos conceitos básicos acerca do marco legal da política das pessoas com deficiência.


E, no âmbito de Assistência Pessoal, o instituto dispõe o curso “Assistência Social: Ofertas Socioassistenciais para Pessoas com Deficiência”, voltado para profissionais de organizações sociais, governos e empresas com responsabilidade social e que busca apresentar a política assistência social, suas normativas e os processos para habilitação de serviços para pessoas com deficiência.


Para mais informações, acesse o site do Instituto Apae Brasil.


 




O Instituto Apae Brasil de Ensino e Pesquisa disponibiliza, por meio de seu site, sete cursos de capacitação profissional relacionados às pessoas com deficiência intelectual e múltipla. A meta da entidade é estimular e atualizar o conhecimento de professores, estudantes universitários, pesquisadores, conselheiros, representantes de organizações sociais, governos e empresas com responsabilidade social e demais profissionais que atuam nessas áreas.


Ofertados nos temas “Educação”, “Organização da Sociedade” e “Assistência Social”, os cursos estão disponíveis no formato a distância, todos com certificado, são ofertados gratuitamente e possuem carga horária de 20, 40 e 80 horas. Os interessados têm direito a videoaulas e apostilas, por exemplo.


Áreas

Sobre Educação, o Instituto Apae Brasil disponibiliza os cursos “Autismo e Educação Inclusiva: A Mediação Pedagógica”, direcionado aos profissionais que desenvolvem trabalhos voltados às escolas inclusivas; “Introdução aos Estudos da Estimulação Precoce”, programa destinado aos colaboradores da rede Apae e àqueles que trabalham com crianças de zero a três anos de idade; e “Metodologia Científica”, dirigido a universitários, pesquisadores e todo público interessado em conhecimento para desenvolver melhor os seus trabalhos acadêmicos.


Já em Organização da Sociedade, são oferecidos três, entre eles “Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência”, voltado para profissionais de organizações sociais, governos e empresas com responsabilidade social; “Gestão de Organizações do Terceiro Setor”, que visa capacitar gestores de Organizações da Sociedade Civil (OSCs); e “Conselheiro de Direitos Humanos da Pessoa com Deficiência”, a fim de preparar conselheiros quanto aos conceitos básicos acerca do marco legal da política das pessoas com deficiência.


E, no âmbito de Assistência Pessoal, o instituto dispõe o curso “Assistência Social: Ofertas Socioassistenciais para Pessoas com Deficiência”, voltado para profissionais de organizações sociais, governos e empresas com responsabilidade social e que busca apresentar a política assistência social, suas normativas e os processos para habilitação de serviços para pessoas com deficiência.


Para mais informações, acesse o site do Instituto Apae Brasil.


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ASSISTA: APAE BRASIL PROMOVE PROTAGONISMO NA INCLUSÃO

 Há mais de 64 anos, a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais, a Apae, dedica-se a prevenir e promover a cidadania das pessoas com Deficiência Intelectual e Múltipla. Apoiando a inclusão social e incidindo na defesa de seus direitos.




 Há mais de 64 anos, a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais, a Apae, dedica-se a prevenir e promover a cidadania das pessoas com Deficiência Intelectual e Múltipla. Apoiando a inclusão social e incidindo na defesa de seus direitos.




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