A APAE DE ILHÉUS EXPRESSA SENTIMENTOS DE AMOR E SAUDADE AO GRANDE MESTRE ROBERTO ANDERSEN
É bastante comum que as pessoas achem engraçado quando um de seus animais de estimação espirra sem se perguntar qual o real estado de saúde do bichinho. Apesar de parecer uma visão distante para nós, entretanto, são poucos os problemas de saúde que afetam nos afetam exclusivamente e portanto é comum que animais e humanos dividam alguns sintomas e doenças.
Pensando nisso, é possível que alguém esteja se perguntando: então é possível que alguns animais desenvolvam uma condição como, por exemplo, a Síndrome de Down? Vamos entender um pouco mais sobre essa doença genética e quais as possibilidades dela se manifestar em outras espécies.
Antes de entendermos se a Síndrome de Down pode surgir ou não em animais, precisamos entender de fato o que ela é. Para isso, precisamos entender que toda a informação genética de um ser humano está contida em nossos cromossomos, estruturas complicadas e organizadas que formam o nosso DNA.
Os cromossomos contêm todo nosso sequenciamento genético que é passado pelos nossos pais. Normalmente, esse processo é o que define as particularidades do nosso corpo no nascimento e potencialmente o surgimento de algumas patologias que encararemos no passar da vida.
A maioria dos seres humanos possui 23 pares de cromossomos. Por outro lado, indivíduos que sofrem com Síndrome de Down, que é uma condição genética, possuem uma cópia extra do cromossomo 21 — fazendo com que a doença tenha nome médico de trissomia do cromossomo 21.
Essa alteração genética é responsável por algumas das características físicas comuns em pessoas com a síndrome e também pode causar algum grau de deficiência cognitiva e crescimento prejudicado no tecido muscular. A Síndrome de Down também é associada com baixa no sistema imunológico e redução na expectativa de vida.
Se pesquisarmos por "Síndrome de Down em animais" no Google, encontraremos páginas e paginas de artigos, vídeos e fotos sobre casos de animais com mutações genéticas que resulta em várias deficiências físicas e mentais. Mas isso significa que eles realmente nasceram com a trissomia do cromossomo 21? Resumidamente, a resposta é não.
De maneira geral, a Síndrome de Down é uma doença exclusivamente humana já que a nossa organização dos cromossomos é completamente diferente da existente em outras espécies na natureza, fazendo com que seja praticamente impossível para outras criaturas desenvolverem o mesmo tipo de problema.
Por outro lado, existem animais que dividem algumas informações genéticas com os humanos. Na verdade, os gorilas possuem uma sequência de DNA tão parecida com a nossa que as similaridades chegam perto da faixa de 97-98%. Apesar de muito próximo, ainda existe uma boa disparidade entre os dois organismos.
Como cada animal também possui uma sequência genética, eles também têm cromossomos ordenados. Então, é possível que surjam deficiências genéticas similares à Síndrome de Down. Isso pode se traduzir em dificuldades cognitivas e fisiológicas, além de alterações anatômicas que alteram as características físicas do animal — como os exemplos exibidos na internet.
É bastante comum que as pessoas achem engraçado quando um de seus animais de estimação espirra sem se perguntar qual o real estado de saúde do bichinho. Apesar de parecer uma visão distante para nós, entretanto, são poucos os problemas de saúde que afetam nos afetam exclusivamente e portanto é comum que animais e humanos dividam alguns sintomas e doenças.
Pensando nisso, é possível que alguém esteja se perguntando: então é possível que alguns animais desenvolvam uma condição como, por exemplo, a Síndrome de Down? Vamos entender um pouco mais sobre essa doença genética e quais as possibilidades dela se manifestar em outras espécies.
Antes de entendermos se a Síndrome de Down pode surgir ou não em animais, precisamos entender de fato o que ela é. Para isso, precisamos entender que toda a informação genética de um ser humano está contida em nossos cromossomos, estruturas complicadas e organizadas que formam o nosso DNA.
Os cromossomos contêm todo nosso sequenciamento genético que é passado pelos nossos pais. Normalmente, esse processo é o que define as particularidades do nosso corpo no nascimento e potencialmente o surgimento de algumas patologias que encararemos no passar da vida.
A maioria dos seres humanos possui 23 pares de cromossomos. Por outro lado, indivíduos que sofrem com Síndrome de Down, que é uma condição genética, possuem uma cópia extra do cromossomo 21 — fazendo com que a doença tenha nome médico de trissomia do cromossomo 21.
Essa alteração genética é responsável por algumas das características físicas comuns em pessoas com a síndrome e também pode causar algum grau de deficiência cognitiva e crescimento prejudicado no tecido muscular. A Síndrome de Down também é associada com baixa no sistema imunológico e redução na expectativa de vida.
Se pesquisarmos por "Síndrome de Down em animais" no Google, encontraremos páginas e paginas de artigos, vídeos e fotos sobre casos de animais com mutações genéticas que resulta em várias deficiências físicas e mentais. Mas isso significa que eles realmente nasceram com a trissomia do cromossomo 21? Resumidamente, a resposta é não.
De maneira geral, a Síndrome de Down é uma doença exclusivamente humana já que a nossa organização dos cromossomos é completamente diferente da existente em outras espécies na natureza, fazendo com que seja praticamente impossível para outras criaturas desenvolverem o mesmo tipo de problema.
Por outro lado, existem animais que dividem algumas informações genéticas com os humanos. Na verdade, os gorilas possuem uma sequência de DNA tão parecida com a nossa que as similaridades chegam perto da faixa de 97-98%. Apesar de muito próximo, ainda existe uma boa disparidade entre os dois organismos.
Como cada animal também possui uma sequência genética, eles também têm cromossomos ordenados. Então, é possível que surjam deficiências genéticas similares à Síndrome de Down. Isso pode se traduzir em dificuldades cognitivas e fisiológicas, além de alterações anatômicas que alteram as características físicas do animal — como os exemplos exibidos na internet.
Na última quarta-feira (07), o Presidente da Federação Nacional das Apaes (Fenapaes), José Turozi, concedeu entrevista para a Acaert (Associação Catarinense de Emissoras de Rádio e Televisão), e comentou a recente aprovação do Projeto de Lei n. 4.113/20, que prevê adequações na relação entre a administração pública e as organizações de sociedade civil no contexto de calamidade pública originada pela pandemia da Covid-19.
O processo de tramitação foi acompanhado de perto pela Federação, que encarou a aprovação como um grande estímulo para as Apaes e demais organizações do terceiro setor.
“O redirecionamento dos recursos nos dá esperanças de realizar um trabalho mais efetivo e melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiência”, afirmou Turozi, que completou, “essas pessoas e suas famílias ainda sofrem um grande impacto no que diz respeito ao atendimento e à assistência em razão da pandemia.”
Dentre os efeitos práticos do Projeto de Lei, está a extensão do prazo de duração e da prestação de contas além da suspensão da exigibilidade da devolução de recursos.
O projeto de lei segue para a sanção presidencial.

Na última quarta-feira (07), o Presidente da Federação Nacional das Apaes (Fenapaes), José Turozi, concedeu entrevista para a Acaert (Associação Catarinense de Emissoras de Rádio e Televisão), e comentou a recente aprovação do Projeto de Lei n. 4.113/20, que prevê adequações na relação entre a administração pública e as organizações de sociedade civil no contexto de calamidade pública originada pela pandemia da Covid-19.
O processo de tramitação foi acompanhado de perto pela Federação, que encarou a aprovação como um grande estímulo para as Apaes e demais organizações do terceiro setor.
“O redirecionamento dos recursos nos dá esperanças de realizar um trabalho mais efetivo e melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiência”, afirmou Turozi, que completou, “essas pessoas e suas famílias ainda sofrem um grande impacto no que diz respeito ao atendimento e à assistência em razão da pandemia.”
Dentre os efeitos práticos do Projeto de Lei, está a extensão do prazo de duração e da prestação de contas além da suspensão da exigibilidade da devolução de recursos.
O projeto de lei segue para a sanção presidencial.


A secretaria de Saúde da Prefeitura de Ilhéus (Sesau), em continuidade com a estratégia de vacinação contra a Covid-19 para a população da zona rural, em três dias de ações, vacinou 401 moradores de distritos como Itariri, São José, Lava Pés e dos Assentamentos Bom Gosto e Valão.
O serviço tem sido ofertado nas unidades de saúde de cada localidade e/ou de forma itinerante, com os profissionais de saúde próximos às residências rurais.

A secretaria de Saúde da Prefeitura de Ilhéus (Sesau), em continuidade com a estratégia de vacinação contra a Covid-19 para a população da zona rural, em três dias de ações, vacinou 401 moradores de distritos como Itariri, São José, Lava Pés e dos Assentamentos Bom Gosto e Valão.
O serviço tem sido ofertado nas unidades de saúde de cada localidade e/ou de forma itinerante, com os profissionais de saúde próximos às residências rurais.