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SALMO DO DIA: SALMO 50

— Piedade, ó Senhor, tende piedade,/ pois pecamos contra vós.
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— Piedade, ó Senhor, tende piedade,/ pois pecamos contra vós.
— Tende piedade, ó meu Deus, misericórdia!/ Na imensidão do vosso amor, purificai-me!/ Lavai-me todo inteiro do pecado,/ e apagai completamente a minha culpa!
— Eu reconheço toda a minha iniquidade,/o meu pecado está sempre à minha frente. / Foi contra vós, só contra vós que eu pequei,/ e praticai o que é mau aos vossos olhos! 
— Criai em mim um coração que seja puro,/ dai-me de novo um espírito decidido./ Ó Senhor, não me afasteis de vossa face,/ nem retireis de mim o vosso Santo Espírito!
— Dai-me de novo a alegria de ser salvo e confirmai-me com espírito generoso!/ Abri meus lábios, ó Senhor, para cantar, e minha boca anunciará vosso louvor!
— Piedade, ó Senhor, tende piedade,/ pois pecamos contra vós.
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— Tende piedade, ó meu Deus, misericórdia!/ Na imensidão do vosso amor, purificai-me!/ Lavai-me todo inteiro do pecado,/ e apagai completamente a minha culpa!
— Eu reconheço toda a minha iniquidade,/o meu pecado está sempre à minha frente. / Foi contra vós, só contra vós que eu pequei,/ e praticai o que é mau aos vossos olhos! 
— Criai em mim um coração que seja puro,/ dai-me de novo um espírito decidido./ Ó Senhor, não me afasteis de vossa face,/ nem retireis de mim o vosso Santo Espírito!
— Dai-me de novo a alegria de ser salvo e confirmai-me com espírito generoso!/ Abri meus lábios, ó Senhor, para cantar, e minha boca anunciará vosso louvor!
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Mulher com Síndrome de Down busca mudar leis de aborto do Reino Unido



Uma britânica de 24 anos com síndrome de Down entrou com uma ação contra o governo do Reino Unido para mudar as leis que permitem que bebês com a sua mesma condição sejam abortados até o momento do nascimento.

“Neste momento, no Reino Unido, os bebês podem ser abortados até o nascimento se forem considerados com deficiência grave. Eles me incluem nessa definição de ser gravemente deficiente só porque tenho um cromossomo extra”, disse Heidi Crowter aos jornalistas nesta semana.

“O que me dizem é que a minha vida não é tão valiosa como outras e não acho que seja certo. Eu acho, francamente, que é discriminação”, expressou.

Crowter, junto com Cheryl Bilsborrow, mãe de um menino de dois anos com síndrome de Down, enviaram uma carta ao secretário de Estado britânico e esperam arrecadar os 20 mil euros necessários para litigar o caso.

Bilsborrow disse que foi aconselhada a abortar depois que os médicos realizaram o teste de detecção (para a síndrome de Down) em seu feto.

"A enfermeira lembrou que eu poderia fazer um aborto até 40 semanas se o bebê tivesse Down", disse Bilsborrow ao Catholic Herald.

"Eu simplesmente lhe disse: 'Vou fingir que não escutei isso', mas me deixou muito ansiosa", comentou.


Os abortos são legais no Reino Unido por qualquer motivo até 24 semanas e a maioria dos cerca de 200 mil abortos anuais no país ocorre antes das 13 semanas.

Os abortos após 24 semanas são legais somente se a vida de uma mulher estiver em perigo, houver uma anormalidade fetal classificada como "grave" ou se a mulher corre o risco de lesões físicas e mentais graves.

Se o bebê tiver uma deficiência, incluindo a síndrome de Down, lábio leporino e pé equinovaro, o aborto é legal até o nascimento. Cerca de nove em cada dez mulheres abortam após o diagnóstico da síndrome de Down, relata o Daily Mail.

A campanha “Don't Screen Us Out” (Não nos descarte) no Reino Unido, durante os últimos quatro anos, faz uma conscientização para mudar as leis do aborto, buscando alterar a Lei do Aborto de 1967, para que os abortos por deficiências não fatais sejam proibidos no terceiro trimestre, que começa por volta da 28ª semana de gestação.

Lynn Murray, porta-voz do grupo, disse à CNA – agência em inglês do Grupo ACI – que a campanha começou em resposta à proposta do governo de um novo teste de detecção da síndrome de Down que, segundo o governo, encontraria 102 casos adicionais de Síndrome de Down ao ano.

Dada a alta taxa de aborto de bebês com síndrome de Down no Reino Unido, a campanha foi promovida para tentar fazer com que o governo avalie o impacto que a técnica não invasiva de teste pré-natal, denominada "DNA livre de células", teria sobre a comunidade com síndrome de Down. A campanha atraiu a atenção dos britânicos com preocupações semelhantes, disse.

O grupo está apoiando Crowter e Bilsborrow em seu processo contra o governo.

"O lançamento deste caso faz as pessoas falarem sobre isso", disse, acrescentando que a maioria das pessoas nem percebe que o aborto está disponível até o nascimento no Reino Unido.

“Estamos ansiosos para que as pessoas com síndrome de Down advoguem por si mesmas. E foi isso que Heidi decidiu fazer... acha que o aborto após 24 semanas sugere que a vida de pessoas como ela não tem o mesmo valor que todas”, acrescentou.

O grupo da ONU sobre os direitos das pessoas com deficiência tem criticado constantemente os países que preveem o aborto devido à deficiência, assinala o grupo. Em alguns países, como Dinamarca e Islândia, a taxa de aborto em bebês com síndrome de Down é próxima a 100%.

Nos Estados Unidos, existem inúmeras tentativas no nível estadual para proibir o aborto com base no diagnóstico da síndrome de Down.

Os legisladores de Missouri aprovaram uma lei em 2019 que, além de proibir todos os abortos depois de oito semanas, proíbe os abortos "seletivos" após um diagnóstico médico ou deficiência, como a síndrome de Down, ou segundo a raça ou o sexo do bebê. Atualmente, está bloqueado nos tribunais em meio a uma ação judicial.

Os legisladores de Ohio tentaram em 2017 aprovar uma proibição dos abortos de pessoas com síndrome de Down, mas um juiz federal em 2019 bloqueou a entrada em vigor da legislação.

Arkansas, Indiana, Kentucky, Dakota do Norte e Utah consideraram ou aprovaram proibições semelhantes.

Em nível federal, a Lei de Proibição do Aborto por Síndrome de Down foi introduzida no Congresso, mas ainda não foi discutida. A lei proposta proibiria os médicos de "realizar, com conhecimento de causa, um aborto porque o bebê tem ou pode ter síndrome de Down”.


Uma britânica de 24 anos com síndrome de Down entrou com uma ação contra o governo do Reino Unido para mudar as leis que permitem que bebês com a sua mesma condição sejam abortados até o momento do nascimento.

“Neste momento, no Reino Unido, os bebês podem ser abortados até o nascimento se forem considerados com deficiência grave. Eles me incluem nessa definição de ser gravemente deficiente só porque tenho um cromossomo extra”, disse Heidi Crowter aos jornalistas nesta semana.

“O que me dizem é que a minha vida não é tão valiosa como outras e não acho que seja certo. Eu acho, francamente, que é discriminação”, expressou.

Crowter, junto com Cheryl Bilsborrow, mãe de um menino de dois anos com síndrome de Down, enviaram uma carta ao secretário de Estado britânico e esperam arrecadar os 20 mil euros necessários para litigar o caso.

Bilsborrow disse que foi aconselhada a abortar depois que os médicos realizaram o teste de detecção (para a síndrome de Down) em seu feto.

"A enfermeira lembrou que eu poderia fazer um aborto até 40 semanas se o bebê tivesse Down", disse Bilsborrow ao Catholic Herald.

"Eu simplesmente lhe disse: 'Vou fingir que não escutei isso', mas me deixou muito ansiosa", comentou.


Os abortos são legais no Reino Unido por qualquer motivo até 24 semanas e a maioria dos cerca de 200 mil abortos anuais no país ocorre antes das 13 semanas.

Os abortos após 24 semanas são legais somente se a vida de uma mulher estiver em perigo, houver uma anormalidade fetal classificada como "grave" ou se a mulher corre o risco de lesões físicas e mentais graves.

Se o bebê tiver uma deficiência, incluindo a síndrome de Down, lábio leporino e pé equinovaro, o aborto é legal até o nascimento. Cerca de nove em cada dez mulheres abortam após o diagnóstico da síndrome de Down, relata o Daily Mail.

A campanha “Don't Screen Us Out” (Não nos descarte) no Reino Unido, durante os últimos quatro anos, faz uma conscientização para mudar as leis do aborto, buscando alterar a Lei do Aborto de 1967, para que os abortos por deficiências não fatais sejam proibidos no terceiro trimestre, que começa por volta da 28ª semana de gestação.

Lynn Murray, porta-voz do grupo, disse à CNA – agência em inglês do Grupo ACI – que a campanha começou em resposta à proposta do governo de um novo teste de detecção da síndrome de Down que, segundo o governo, encontraria 102 casos adicionais de Síndrome de Down ao ano.

Dada a alta taxa de aborto de bebês com síndrome de Down no Reino Unido, a campanha foi promovida para tentar fazer com que o governo avalie o impacto que a técnica não invasiva de teste pré-natal, denominada "DNA livre de células", teria sobre a comunidade com síndrome de Down. A campanha atraiu a atenção dos britânicos com preocupações semelhantes, disse.

O grupo está apoiando Crowter e Bilsborrow em seu processo contra o governo.

"O lançamento deste caso faz as pessoas falarem sobre isso", disse, acrescentando que a maioria das pessoas nem percebe que o aborto está disponível até o nascimento no Reino Unido.

“Estamos ansiosos para que as pessoas com síndrome de Down advoguem por si mesmas. E foi isso que Heidi decidiu fazer... acha que o aborto após 24 semanas sugere que a vida de pessoas como ela não tem o mesmo valor que todas”, acrescentou.

O grupo da ONU sobre os direitos das pessoas com deficiência tem criticado constantemente os países que preveem o aborto devido à deficiência, assinala o grupo. Em alguns países, como Dinamarca e Islândia, a taxa de aborto em bebês com síndrome de Down é próxima a 100%.

Nos Estados Unidos, existem inúmeras tentativas no nível estadual para proibir o aborto com base no diagnóstico da síndrome de Down.

Os legisladores de Missouri aprovaram uma lei em 2019 que, além de proibir todos os abortos depois de oito semanas, proíbe os abortos "seletivos" após um diagnóstico médico ou deficiência, como a síndrome de Down, ou segundo a raça ou o sexo do bebê. Atualmente, está bloqueado nos tribunais em meio a uma ação judicial.

Os legisladores de Ohio tentaram em 2017 aprovar uma proibição dos abortos de pessoas com síndrome de Down, mas um juiz federal em 2019 bloqueou a entrada em vigor da legislação.

Arkansas, Indiana, Kentucky, Dakota do Norte e Utah consideraram ou aprovaram proibições semelhantes.

Em nível federal, a Lei de Proibição do Aborto por Síndrome de Down foi introduzida no Congresso, mas ainda não foi discutida. A lei proposta proibiria os médicos de "realizar, com conhecimento de causa, um aborto porque o bebê tem ou pode ter síndrome de Down”.
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Modelo com Down realiza sonho de conhecer Diego e faz ensaio com o meia do Flamengo

Sem se intimidar com a presença da câmera, Maria Júlia liga o som, coloca o volume lá no alto e começa a dançar. Um detalhe: vestindo a faixa do Flamengo campeão. A música é Yummy, de Justin Bieber, a preferida dela. Com coreografia e tudo, ela nos recebe com um show, assim como faz nas passarelas.Diego, do Flamengo, e Maju — Foto: Bruno Romão


Essa é a incrível Maju, de 17 anos, uma pioneira na moda brasileira. Com mais de 40 desfiles realizados, é a primeira modelo com Síndrome de Down a participar da Fashion Week.
A paixão pela carreira divide o coração dela com o vermelho e preto do Flamengo. E com um jogador específico: Diego. Maju é tão fã que tem uma foto do camisa 10 como fundo de tela no celular. Prato cheio para o Esporte Espetacular, que teve a honra de fazer uma surpresa e realizar o sonho da menina. Rolou até ensaio da Maju com o "modelo" Diego.
Sem se intimidar com a presença da câmera, Maria Júlia liga o som, coloca o volume lá no alto e começa a dançar. Um detalhe: vestindo a faixa do Flamengo campeão. A música é Yummy, de Justin Bieber, a preferida dela. Com coreografia e tudo, ela nos recebe com um show, assim como faz nas passarelas.Diego, do Flamengo, e Maju — Foto: Bruno Romão


Essa é a incrível Maju, de 17 anos, uma pioneira na moda brasileira. Com mais de 40 desfiles realizados, é a primeira modelo com Síndrome de Down a participar da Fashion Week.
A paixão pela carreira divide o coração dela com o vermelho e preto do Flamengo. E com um jogador específico: Diego. Maju é tão fã que tem uma foto do camisa 10 como fundo de tela no celular. Prato cheio para o Esporte Espetacular, que teve a honra de fazer uma surpresa e realizar o sonho da menina. Rolou até ensaio da Maju com o "modelo" Diego.
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APAE DE ILHÉUS AGRADECE A PRESENÇA DA IRMÃ ÂNGELA SOUZA NA VII JORNADA PEDAGÓGICA

Durante a abertura da VII Jornada Pedagógica realizada na sede da APAE, a diretora Vitória Penalva, os professores e estagiários do município, assim como o sr presidente Vasco e toda diretoria emitiram uma nota de agradecimento pela presença da ex deputada irmã Ângela Souza que tem feito um trabalho fantástico e humanitário mesmo fora da cadeira do plenário, confira abaixo:

"Amada irmã Angela que benção sua presença,que Jesus multiplique as bênçãos que vc sempre procura favorecer em prol do próximo!Apae de ilhéus será eternamente grata!"
  Disse Vitória Penalva em agradecimento







Durante a abertura da VII Jornada Pedagógica realizada na sede da APAE, a diretora Vitória Penalva, os professores e estagiários do município, assim como o sr presidente Vasco e toda diretoria emitiram uma nota de agradecimento pela presença da ex deputada irmã Ângela Souza que tem feito um trabalho fantástico e humanitário mesmo fora da cadeira do plenário, confira abaixo:

"Amada irmã Angela que benção sua presença,que Jesus multiplique as bênçãos que vc sempre procura favorecer em prol do próximo!Apae de ilhéus será eternamente grata!"
  Disse Vitória Penalva em agradecimento







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APAE DE ILHÉUS INFORMA INÍCIO DAS AULAS 2020



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VII JORNADA PEDAGÓGICA ACONTECE DE 19 A 21 DE FEVEREIRO NA SEDE DA APAE DE ILHÉUS











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ASSISTA O RECADO ESPECIAL QUE ESSA CRIANÇA TROUXE PARA VOCÊ HOJE



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Mãe cria app colaborativo para ajudar pessoas com autismo

Uma mãe criou um aplicativo para facilitar a vida de famílias e pessoas com TEA (Transtorno do Espectro Autista). Elaine Marques, idealizadora do app, desenvolveu essa ferramenta por conta dos obstáculos que ela enfrenta com a filha Alícia Nicol Marques, diagnosticada com Síndrome de Asperger, nível leve do TEA.


Desde o diagnóstico, Elaine lida com dificuldades em buscar tratamentos, medicamentos e ensino adequado. Por isso, decidiu desenvolver o Rede Azul, um sistema colaborativo, em que as pessoas podem fazer e avaliar indicações já presentes na aplicação.

O Rede Azul é construído a partir de experiências. Dessa forma, os usuários que frequentam locais ou utilizam serviços amigáveis à comunidade autista deixam suas indicações no app — denominados Pontos Azuis. Assim, outras pessoas podem consultar, vivenciar e, depois, também deixar sua avaliação. Com todas essas informações, checadas por moderadores, o aplicativo calcula uma média de nota para cada indicação. Futuramente, Elaine Marques implementará selos físicos, que serão fixados em estabelecimentos bem avaliados. O app só está disponível para Android
Uma mãe criou um aplicativo para facilitar a vida de famílias e pessoas com TEA (Transtorno do Espectro Autista). Elaine Marques, idealizadora do app, desenvolveu essa ferramenta por conta dos obstáculos que ela enfrenta com a filha Alícia Nicol Marques, diagnosticada com Síndrome de Asperger, nível leve do TEA.


Desde o diagnóstico, Elaine lida com dificuldades em buscar tratamentos, medicamentos e ensino adequado. Por isso, decidiu desenvolver o Rede Azul, um sistema colaborativo, em que as pessoas podem fazer e avaliar indicações já presentes na aplicação.

O Rede Azul é construído a partir de experiências. Dessa forma, os usuários que frequentam locais ou utilizam serviços amigáveis à comunidade autista deixam suas indicações no app — denominados Pontos Azuis. Assim, outras pessoas podem consultar, vivenciar e, depois, também deixar sua avaliação. Com todas essas informações, checadas por moderadores, o aplicativo calcula uma média de nota para cada indicação. Futuramente, Elaine Marques implementará selos físicos, que serão fixados em estabelecimentos bem avaliados. O app só está disponível para Android
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A APAE DE ILHÉUS FAZ UM CONVITE ESPECIAL A VOCÊ



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Cão terapeuta ajuda no tratamento de alunos da Apae de Tubarão

Cão terapeuta ajuda no tratamento de alunos da Apae de Tubarão

Truques, brincadeiras, muito carinho e pelos. Os alunos da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais  Apae de Tubarão, contam com o trabalho do cão voluntário em atividades lúdicas que colabora para divertir e estimular os estudantes.



Um projeto iniciado pelo adestrador Otávio Martins tem cooperado no tratamento de crianças e adolescentes atendidos pela entidade. O cachorro Duck, um Dog Alemão ou Cão Dinamarquês, de sete meses, é um Cão terapeuta, que ganhou há sete meses o coração de alunos e profissionais da instituição da Cidade Azul.



Otávio conta que a interação entre o animal e os alunos é imediata e todos querem chegar perto, tocar e o Duck.  Ele nem se importa, pelo contrário, fica bem à vontade quando os estudantes da instituição brincam com ele. “O Duck faz com que eles tenham vontade de executar a atividade. Utilizamos o cão na unidade com um objetivo terapêutico, não é só brincar, as crianças ficam mais centradas e conseguem se comunicar, socializar e se organizar melhor”, expõe.



Conforme a psicóloga da instituição, Flávia Atanásio Borges, a relação entre ser humano e animal desencadeia diversos sentimentos positivos, entre eles saúde emocional, física, social e cognitiva. Além de excelentes companheiros, os cães, por exemplo, ainda podem ajudar os alunos nos diversos problemas de saúde, transtornos ou outras limitações. “Além da estimulação temos percebido uma melhora da interação. Os alunos têm expressado melhor os seus sentimentos com a chegada do Cão Terapeuta. Com os estímulos vindos da interação com os pets, o resultado é bastante gratificante. Tem sido muito motivador”, pontua.



O adestrador explica que entre os principais requisitos para esse tratamento estão o cão ser dócil e contar com profissionais capacitado para a atividade. Duck não foi o único animal escalado para a atividade, a cadela Ayra de 9 anos, participou da iniciativa por alguns meses. O projeto foi criado por Otávio há aproximadamente um ano e meio, o trabalho é voluntário. “Era um sonho comecei com a Ayra, mas como já está mais velha ela interagia, mas logo queria voltar para casa. Com o nascimento do Duck escolhi ele, comecei a adestrá-lo e trouxe para a Apae para começar a convivência com as crianças. Da primeira sessão até agora houve grandes avanços”, conta.



A psicóloga afirma que transformações podem ser vistas nos gestos simples, no olhar e no sorriso de cada aluno. O trabalho emociona até quem está acostumado a lidar com as limitações. “Eles têm uma interação de contato com olhar com os animais. Temos que pensar que todo tratamento deve ser humanizado e o vínculo humano com o animal tem sido e é muito forte. A terapia com o Duck é aproveitada por toda equipe multidisciplinar. “Eles adoram e esperam ansiosamente o dia da aula para estarem os cachorros. A presença deles melhora o ambiente””, assegura.



Os alunos da Apae encontram com os animais uma vez por semana, cada sessão dura em média 30 minutos. A técnica adotada por Otávio surgiu em 1792, na Inglaterra, quando Willian Tuke indicou o uso de animais domésticos no tratamento de doentes de um asilo em Londres, na Inglaterra. Tuke ficou reconhecido mundialmente por meio da sua luta pelo tratamento humanizado.
Cão terapeuta ajuda no tratamento de alunos da Apae de Tubarão

Truques, brincadeiras, muito carinho e pelos. Os alunos da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais  Apae de Tubarão, contam com o trabalho do cão voluntário em atividades lúdicas que colabora para divertir e estimular os estudantes.



Um projeto iniciado pelo adestrador Otávio Martins tem cooperado no tratamento de crianças e adolescentes atendidos pela entidade. O cachorro Duck, um Dog Alemão ou Cão Dinamarquês, de sete meses, é um Cão terapeuta, que ganhou há sete meses o coração de alunos e profissionais da instituição da Cidade Azul.



Otávio conta que a interação entre o animal e os alunos é imediata e todos querem chegar perto, tocar e o Duck.  Ele nem se importa, pelo contrário, fica bem à vontade quando os estudantes da instituição brincam com ele. “O Duck faz com que eles tenham vontade de executar a atividade. Utilizamos o cão na unidade com um objetivo terapêutico, não é só brincar, as crianças ficam mais centradas e conseguem se comunicar, socializar e se organizar melhor”, expõe.



Conforme a psicóloga da instituição, Flávia Atanásio Borges, a relação entre ser humano e animal desencadeia diversos sentimentos positivos, entre eles saúde emocional, física, social e cognitiva. Além de excelentes companheiros, os cães, por exemplo, ainda podem ajudar os alunos nos diversos problemas de saúde, transtornos ou outras limitações. “Além da estimulação temos percebido uma melhora da interação. Os alunos têm expressado melhor os seus sentimentos com a chegada do Cão Terapeuta. Com os estímulos vindos da interação com os pets, o resultado é bastante gratificante. Tem sido muito motivador”, pontua.



O adestrador explica que entre os principais requisitos para esse tratamento estão o cão ser dócil e contar com profissionais capacitado para a atividade. Duck não foi o único animal escalado para a atividade, a cadela Ayra de 9 anos, participou da iniciativa por alguns meses. O projeto foi criado por Otávio há aproximadamente um ano e meio, o trabalho é voluntário. “Era um sonho comecei com a Ayra, mas como já está mais velha ela interagia, mas logo queria voltar para casa. Com o nascimento do Duck escolhi ele, comecei a adestrá-lo e trouxe para a Apae para começar a convivência com as crianças. Da primeira sessão até agora houve grandes avanços”, conta.



A psicóloga afirma que transformações podem ser vistas nos gestos simples, no olhar e no sorriso de cada aluno. O trabalho emociona até quem está acostumado a lidar com as limitações. “Eles têm uma interação de contato com olhar com os animais. Temos que pensar que todo tratamento deve ser humanizado e o vínculo humano com o animal tem sido e é muito forte. A terapia com o Duck é aproveitada por toda equipe multidisciplinar. “Eles adoram e esperam ansiosamente o dia da aula para estarem os cachorros. A presença deles melhora o ambiente””, assegura.



Os alunos da Apae encontram com os animais uma vez por semana, cada sessão dura em média 30 minutos. A técnica adotada por Otávio surgiu em 1792, na Inglaterra, quando Willian Tuke indicou o uso de animais domésticos no tratamento de doentes de um asilo em Londres, na Inglaterra. Tuke ficou reconhecido mundialmente por meio da sua luta pelo tratamento humanizado.
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