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Mãe cria app colaborativo para ajudar pessoas com autismo
Uma mãe criou um aplicativo para facilitar a vida de famílias e pessoas com TEA (Transtorno do Espectro Autista). Elaine Marques, idealizadora do app, desenvolveu essa ferramenta por conta dos obstáculos que ela enfrenta com a filha Alícia Nicol Marques, diagnosticada com Síndrome de Asperger, nível leve do TEA.

Desde o diagnóstico, Elaine lida com dificuldades em buscar tratamentos, medicamentos e ensino adequado. Por isso, decidiu desenvolver o Rede Azul, um sistema colaborativo, em que as pessoas podem fazer e avaliar indicações já presentes na aplicação.
O Rede Azul é construído a partir de experiências. Dessa forma, os usuários que frequentam locais ou utilizam serviços amigáveis à comunidade autista deixam suas indicações no app — denominados Pontos Azuis. Assim, outras pessoas podem consultar, vivenciar e, depois, também deixar sua avaliação. Com todas essas informações, checadas por moderadores, o aplicativo calcula uma média de nota para cada indicação. Futuramente, Elaine Marques implementará selos físicos, que serão fixados em estabelecimentos bem avaliados. O app só está disponível para Android
Uma mãe criou um aplicativo para facilitar a vida de famílias e pessoas com TEA (Transtorno do Espectro Autista). Elaine Marques, idealizadora do app, desenvolveu essa ferramenta por conta dos obstáculos que ela enfrenta com a filha Alícia Nicol Marques, diagnosticada com Síndrome de Asperger, nível leve do TEA.Desde o diagnóstico, Elaine lida com dificuldades em buscar tratamentos, medicamentos e ensino adequado. Por isso, decidiu desenvolver o Rede Azul, um sistema colaborativo, em que as pessoas podem fazer e avaliar indicações já presentes na aplicação.
O Rede Azul é construído a partir de experiências. Dessa forma, os usuários que frequentam locais ou utilizam serviços amigáveis à comunidade autista deixam suas indicações no app — denominados Pontos Azuis. Assim, outras pessoas podem consultar, vivenciar e, depois, também deixar sua avaliação. Com todas essas informações, checadas por moderadores, o aplicativo calcula uma média de nota para cada indicação. Futuramente, Elaine Marques implementará selos físicos, que serão fixados em estabelecimentos bem avaliados. O app só está disponível para Android
Desde o diagnóstico, Elaine lida com dificuldades em buscar tratamentos, medicamentos e ensino adequado. Por isso, decidiu desenvolver o Rede Azul, um sistema colaborativo, em que as pessoas podem fazer e avaliar indicações já presentes na aplicação.
O Rede Azul é construído a partir de experiências. Dessa forma, os usuários que frequentam locais ou utilizam serviços amigáveis à comunidade autista deixam suas indicações no app — denominados Pontos Azuis. Assim, outras pessoas podem consultar, vivenciar e, depois, também deixar sua avaliação. Com todas essas informações, checadas por moderadores, o aplicativo calcula uma média de nota para cada indicação. Futuramente, Elaine Marques implementará selos físicos, que serão fixados em estabelecimentos bem avaliados. O app só está disponível para Android
Cão terapeuta ajuda no tratamento de alunos da Apae de Tubarão

Truques, brincadeiras, muito carinho e pelos. Os alunos da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais Apae de Tubarão, contam com o trabalho do cão voluntário em atividades lúdicas que colabora para divertir e estimular os estudantes.
Um projeto iniciado pelo adestrador Otávio Martins tem cooperado no tratamento de crianças e adolescentes atendidos pela entidade. O cachorro Duck, um Dog Alemão ou Cão Dinamarquês, de sete meses, é um Cão terapeuta, que ganhou há sete meses o coração de alunos e profissionais da instituição da Cidade Azul.
Otávio conta que a interação entre o animal e os alunos é imediata e todos querem chegar perto, tocar e o Duck. Ele nem se importa, pelo contrário, fica bem à vontade quando os estudantes da instituição brincam com ele. “O Duck faz com que eles tenham vontade de executar a atividade. Utilizamos o cão na unidade com um objetivo terapêutico, não é só brincar, as crianças ficam mais centradas e conseguem se comunicar, socializar e se organizar melhor”, expõe.
Conforme a psicóloga da instituição, Flávia Atanásio Borges, a relação entre ser humano e animal desencadeia diversos sentimentos positivos, entre eles saúde emocional, física, social e cognitiva. Além de excelentes companheiros, os cães, por exemplo, ainda podem ajudar os alunos nos diversos problemas de saúde, transtornos ou outras limitações. “Além da estimulação temos percebido uma melhora da interação. Os alunos têm expressado melhor os seus sentimentos com a chegada do Cão Terapeuta. Com os estímulos vindos da interação com os pets, o resultado é bastante gratificante. Tem sido muito motivador”, pontua.
O adestrador explica que entre os principais requisitos para esse tratamento estão o cão ser dócil e contar com profissionais capacitado para a atividade. Duck não foi o único animal escalado para a atividade, a cadela Ayra de 9 anos, participou da iniciativa por alguns meses. O projeto foi criado por Otávio há aproximadamente um ano e meio, o trabalho é voluntário. “Era um sonho comecei com a Ayra, mas como já está mais velha ela interagia, mas logo queria voltar para casa. Com o nascimento do Duck escolhi ele, comecei a adestrá-lo e trouxe para a Apae para começar a convivência com as crianças. Da primeira sessão até agora houve grandes avanços”, conta.
A psicóloga afirma que transformações podem ser vistas nos gestos simples, no olhar e no sorriso de cada aluno. O trabalho emociona até quem está acostumado a lidar com as limitações. “Eles têm uma interação de contato com olhar com os animais. Temos que pensar que todo tratamento deve ser humanizado e o vínculo humano com o animal tem sido e é muito forte. A terapia com o Duck é aproveitada por toda equipe multidisciplinar. “Eles adoram e esperam ansiosamente o dia da aula para estarem os cachorros. A presença deles melhora o ambiente””, assegura.
Os alunos da Apae encontram com os animais uma vez por semana, cada sessão dura em média 30 minutos. A técnica adotada por Otávio surgiu em 1792, na Inglaterra, quando Willian Tuke indicou o uso de animais domésticos no tratamento de doentes de um asilo em Londres, na Inglaterra. Tuke ficou reconhecido mundialmente por meio da sua luta pelo tratamento humanizado.

Truques, brincadeiras, muito carinho e pelos. Os alunos da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais Apae de Tubarão, contam com o trabalho do cão voluntário em atividades lúdicas que colabora para divertir e estimular os estudantes.
Um projeto iniciado pelo adestrador Otávio Martins tem cooperado no tratamento de crianças e adolescentes atendidos pela entidade. O cachorro Duck, um Dog Alemão ou Cão Dinamarquês, de sete meses, é um Cão terapeuta, que ganhou há sete meses o coração de alunos e profissionais da instituição da Cidade Azul.
Otávio conta que a interação entre o animal e os alunos é imediata e todos querem chegar perto, tocar e o Duck. Ele nem se importa, pelo contrário, fica bem à vontade quando os estudantes da instituição brincam com ele. “O Duck faz com que eles tenham vontade de executar a atividade. Utilizamos o cão na unidade com um objetivo terapêutico, não é só brincar, as crianças ficam mais centradas e conseguem se comunicar, socializar e se organizar melhor”, expõe.
Conforme a psicóloga da instituição, Flávia Atanásio Borges, a relação entre ser humano e animal desencadeia diversos sentimentos positivos, entre eles saúde emocional, física, social e cognitiva. Além de excelentes companheiros, os cães, por exemplo, ainda podem ajudar os alunos nos diversos problemas de saúde, transtornos ou outras limitações. “Além da estimulação temos percebido uma melhora da interação. Os alunos têm expressado melhor os seus sentimentos com a chegada do Cão Terapeuta. Com os estímulos vindos da interação com os pets, o resultado é bastante gratificante. Tem sido muito motivador”, pontua.
O adestrador explica que entre os principais requisitos para esse tratamento estão o cão ser dócil e contar com profissionais capacitado para a atividade. Duck não foi o único animal escalado para a atividade, a cadela Ayra de 9 anos, participou da iniciativa por alguns meses. O projeto foi criado por Otávio há aproximadamente um ano e meio, o trabalho é voluntário. “Era um sonho comecei com a Ayra, mas como já está mais velha ela interagia, mas logo queria voltar para casa. Com o nascimento do Duck escolhi ele, comecei a adestrá-lo e trouxe para a Apae para começar a convivência com as crianças. Da primeira sessão até agora houve grandes avanços”, conta.
A psicóloga afirma que transformações podem ser vistas nos gestos simples, no olhar e no sorriso de cada aluno. O trabalho emociona até quem está acostumado a lidar com as limitações. “Eles têm uma interação de contato com olhar com os animais. Temos que pensar que todo tratamento deve ser humanizado e o vínculo humano com o animal tem sido e é muito forte. A terapia com o Duck é aproveitada por toda equipe multidisciplinar. “Eles adoram e esperam ansiosamente o dia da aula para estarem os cachorros. A presença deles melhora o ambiente””, assegura.
Os alunos da Apae encontram com os animais uma vez por semana, cada sessão dura em média 30 minutos. A técnica adotada por Otávio surgiu em 1792, na Inglaterra, quando Willian Tuke indicou o uso de animais domésticos no tratamento de doentes de um asilo em Londres, na Inglaterra. Tuke ficou reconhecido mundialmente por meio da sua luta pelo tratamento humanizado.
CD 'As Cores da Apae' foi lançado nesta sexta-feira em Mogi das Cruzes
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A Associação de Pais e Amigos Excepcionais (Apae) de Mogi das Cruzes lançou nesta sexta-feira (7), o CD “As Cores da Apae”, às 19h30, no Centro Cultural. Integrando uma das atrações do 7º Festival de Verão de Mogi das Cruzes, o CD vai custar R$ 10 e a renda será revertida para a entidade de Mogi.
O disco, gravado no Estúdio Municipal de Áudio e Música (Emam), traz canções inspiradas na vivência dos alunos que integram a banda da entidade, sob a coordenação do professor de música João Lúcio de Moraes.
O projeto foi idealizado em 2017, pela cantora Henriette Fraissat e tem a participação musical de 14 alunos, 13 músicos convidados e um grupo de mães. Na produção do trabalho vocal e arranjo das vozes, os artistas foram orientados pelo cantor Emerson Medeiros.
Segundo Henriette Fraissat, a obra que começou a ser gravada em 2018 e foi desenvolvida por trabalho voluntário em prol da Apae. A primeira música do CD foi composta em 2005, com inspiração nas declarações dos funcionários da entidade e leva o nome de “Canção Apaeana”.
De acordo com João Lúcio, as canções também contam os momentos diários dos alunos. "Canção da Amizade" fala sobre o fortalecimento das amizades na viagem para participação em um festival no nordeste. "Um dia especial" aborda o relacionamento entre adultos e crianças especiais e "Canção do Mar" narra o dia que os alunos conheceram o mar pela primeira vez.
Para mais informações, basta entrar em contato pelo telefone 4728-4999. O Centro Cultural fica localizado na Praça Monsenhor Roque Pinto de Barros, 360 – no Centro de Mogi das Cruzes.
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A Associação de Pais e Amigos Excepcionais (Apae) de Mogi das Cruzes lançou nesta sexta-feira (7), o CD “As Cores da Apae”, às 19h30, no Centro Cultural. Integrando uma das atrações do 7º Festival de Verão de Mogi das Cruzes, o CD vai custar R$ 10 e a renda será revertida para a entidade de Mogi.
O disco, gravado no Estúdio Municipal de Áudio e Música (Emam), traz canções inspiradas na vivência dos alunos que integram a banda da entidade, sob a coordenação do professor de música João Lúcio de Moraes.
O projeto foi idealizado em 2017, pela cantora Henriette Fraissat e tem a participação musical de 14 alunos, 13 músicos convidados e um grupo de mães. Na produção do trabalho vocal e arranjo das vozes, os artistas foram orientados pelo cantor Emerson Medeiros.
Segundo Henriette Fraissat, a obra que começou a ser gravada em 2018 e foi desenvolvida por trabalho voluntário em prol da Apae. A primeira música do CD foi composta em 2005, com inspiração nas declarações dos funcionários da entidade e leva o nome de “Canção Apaeana”.
De acordo com João Lúcio, as canções também contam os momentos diários dos alunos. "Canção da Amizade" fala sobre o fortalecimento das amizades na viagem para participação em um festival no nordeste. "Um dia especial" aborda o relacionamento entre adultos e crianças especiais e "Canção do Mar" narra o dia que os alunos conheceram o mar pela primeira vez.
Para mais informações, basta entrar em contato pelo telefone 4728-4999. O Centro Cultural fica localizado na Praça Monsenhor Roque Pinto de Barros, 360 – no Centro de Mogi das Cruzes.
PARA REFLETIR: Sem fé não alcançamos milagres
E ali não pôde fazer milagre algum. Apenas curou alguns doentes, impondo-lhes as mãos. E admirou-se com a falta de fé deles. Jesus percorria os povoados das redondezas, ensinando. (Mc 6,5-6)

Estando ali em Nazaré, Jesus praticamente não pode fazer milagre algum. Permita dizer a você que o grande milagre da vida é a fé, pois sem fé não alcançamos milagres, não vemos vidas transformadas nem corações renovados; sem a fé o mal não se estanca de nós, sem ela não vencemos a barreiras, não saltamos as montanhas, não superamos as próprias adversidades nem contemplamos a ação de Deus na nossa vida.
Por isso, não basta reconhecer Jesus, não basta O ter visto, não basta estar na presença d’Ele, porque os seus parentes, os seus conterrâneos, seus concidadãos, aqueles que O viram crescer, que estavam com Ele, não colocaram fé n’Ele, não deixaram que a fé operasse milagres na vida deles.
Jesus quer fazer um milagre na nossa vida a cada dia
Jesus quer fazer um milagre a cada dia na nossa vida, e o milagre está aí, o milagre da vida, da bênção e da restauração, o milagre de permanecermos em pé quando tudo nos sopra para estarmos prostrados, doentes e caídos.
O que nós não podemos é perder a nossa fé, o que nós não podemos é tirar de Jesus o nosso olhar, porque se Ele se admirou da falta de fé que havia neles, causa espanto Jesus estar no meio de nós, nós O comungarmos, falarmos d’Ele, pregarmos Jesus, nós estarmos com a Palavra d’Ele, mas não termos fé n’Ele.
Não! Não é simplesmente a fé de acreditar. Sabemos que Ele é Jesus, o Filho de Deus, mas me refiro à fé carismática, onde nos colocamos inteiros n’Ele e n’Ele confiamos, n’Ele acreditamos.
Fé é aquela que nos leva a viver no mundo, onde tudo rema contra, mas não tirarmos d’Ele a nossa confiança, porque sabemos a quem servimos, para quem olhamos. Por isso, meus irmãos, vivamos a fé, alimentemos a nossa fé com a Palavra, com a Eucaristia, com a entrega e a oração, porque o justo vive da fé.
O homem e a mulher de Deus vivem da fé ainda que sofram todas as consequências de um mundo que não tem fé, pois é ela que nos mantêm de pé junto ao coração de Deus.
Deus abençoe você!
E ali não pôde fazer milagre algum. Apenas curou alguns doentes, impondo-lhes as mãos. E admirou-se com a falta de fé deles. Jesus percorria os povoados das redondezas, ensinando. (Mc 6,5-6)
Estando ali em Nazaré, Jesus praticamente não pode fazer milagre algum. Permita dizer a você que o grande milagre da vida é a fé, pois sem fé não alcançamos milagres, não vemos vidas transformadas nem corações renovados; sem a fé o mal não se estanca de nós, sem ela não vencemos a barreiras, não saltamos as montanhas, não superamos as próprias adversidades nem contemplamos a ação de Deus na nossa vida.
Por isso, não basta reconhecer Jesus, não basta O ter visto, não basta estar na presença d’Ele, porque os seus parentes, os seus conterrâneos, seus concidadãos, aqueles que O viram crescer, que estavam com Ele, não colocaram fé n’Ele, não deixaram que a fé operasse milagres na vida deles.
Jesus quer fazer um milagre na nossa vida a cada dia
Jesus quer fazer um milagre a cada dia na nossa vida, e o milagre está aí, o milagre da vida, da bênção e da restauração, o milagre de permanecermos em pé quando tudo nos sopra para estarmos prostrados, doentes e caídos.
O que nós não podemos é perder a nossa fé, o que nós não podemos é tirar de Jesus o nosso olhar, porque se Ele se admirou da falta de fé que havia neles, causa espanto Jesus estar no meio de nós, nós O comungarmos, falarmos d’Ele, pregarmos Jesus, nós estarmos com a Palavra d’Ele, mas não termos fé n’Ele.
Não! Não é simplesmente a fé de acreditar. Sabemos que Ele é Jesus, o Filho de Deus, mas me refiro à fé carismática, onde nos colocamos inteiros n’Ele e n’Ele confiamos, n’Ele acreditamos.
Fé é aquela que nos leva a viver no mundo, onde tudo rema contra, mas não tirarmos d’Ele a nossa confiança, porque sabemos a quem servimos, para quem olhamos. Por isso, meus irmãos, vivamos a fé, alimentemos a nossa fé com a Palavra, com a Eucaristia, com a entrega e a oração, porque o justo vive da fé.
O homem e a mulher de Deus vivem da fé ainda que sofram todas as consequências de um mundo que não tem fé, pois é ela que nos mantêm de pé junto ao coração de Deus.
Deus abençoe você!

Estando ali em Nazaré, Jesus praticamente não pode fazer milagre algum. Permita dizer a você que o grande milagre da vida é a fé, pois sem fé não alcançamos milagres, não vemos vidas transformadas nem corações renovados; sem a fé o mal não se estanca de nós, sem ela não vencemos a barreiras, não saltamos as montanhas, não superamos as próprias adversidades nem contemplamos a ação de Deus na nossa vida.
Por isso, não basta reconhecer Jesus, não basta O ter visto, não basta estar na presença d’Ele, porque os seus parentes, os seus conterrâneos, seus concidadãos, aqueles que O viram crescer, que estavam com Ele, não colocaram fé n’Ele, não deixaram que a fé operasse milagres na vida deles.
Jesus quer fazer um milagre na nossa vida a cada dia
Jesus quer fazer um milagre a cada dia na nossa vida, e o milagre está aí, o milagre da vida, da bênção e da restauração, o milagre de permanecermos em pé quando tudo nos sopra para estarmos prostrados, doentes e caídos.
O que nós não podemos é perder a nossa fé, o que nós não podemos é tirar de Jesus o nosso olhar, porque se Ele se admirou da falta de fé que havia neles, causa espanto Jesus estar no meio de nós, nós O comungarmos, falarmos d’Ele, pregarmos Jesus, nós estarmos com a Palavra d’Ele, mas não termos fé n’Ele.
Não! Não é simplesmente a fé de acreditar. Sabemos que Ele é Jesus, o Filho de Deus, mas me refiro à fé carismática, onde nos colocamos inteiros n’Ele e n’Ele confiamos, n’Ele acreditamos.
Fé é aquela que nos leva a viver no mundo, onde tudo rema contra, mas não tirarmos d’Ele a nossa confiança, porque sabemos a quem servimos, para quem olhamos. Por isso, meus irmãos, vivamos a fé, alimentemos a nossa fé com a Palavra, com a Eucaristia, com a entrega e a oração, porque o justo vive da fé.
O homem e a mulher de Deus vivem da fé ainda que sofram todas as consequências de um mundo que não tem fé, pois é ela que nos mantêm de pé junto ao coração de Deus.
Deus abençoe você!
A APAE DE ILHÉUS AGRADECE A TODOS QUE ADQUIRIRAM OS BILHETES

A diretora da APAE ILHÉUS , Vitória Penalva agradece a todos que nos ajudaram na compra dos bilhetes para ajudar não só Apae de Ilhéus como do Brasil!
Favor conferir seu cupom através na frente e verso para observar qualquer dúvida sobre o regulamento do sorteio.Lembrando que todos devolvidos a Apae de Ilhéus paga e todo vendido fica 30 por cento para Federação das Apaes e 70 por cento a nossa Apae.Esta ajuda solidária dos nossos parceiros e rede de amigos que trazem mais amigos para nós,ajuda e muito nas receitas ,tributoss e toda demanda constante da nossa Instituição.Assim é com muita gratidão em Deus a vcs que agradecemos aos milhares de parceiros e amigos da Apae de Ilhéus.
Deus abençoe a todos vocês em dobro e no final do ano contamos com sua colaboração fiel novamente.
Deus abençoe a cada um em especial!

A diretora da APAE ILHÉUS , Vitória Penalva agradece a todos que nos ajudaram na compra dos bilhetes para ajudar não só Apae de Ilhéus como do Brasil!
Favor conferir seu cupom através na frente e verso para observar qualquer dúvida sobre o regulamento do sorteio.Lembrando que todos devolvidos a Apae de Ilhéus paga e todo vendido fica 30 por cento para Federação das Apaes e 70 por cento a nossa Apae.Esta ajuda solidária dos nossos parceiros e rede de amigos que trazem mais amigos para nós,ajuda e muito nas receitas ,tributoss e toda demanda constante da nossa Instituição.Assim é com muita gratidão em Deus a vcs que agradecemos aos milhares de parceiros e amigos da Apae de Ilhéus.
Deus abençoe a todos vocês em dobro e no final do ano contamos com sua colaboração fiel novamente.
Deus abençoe a cada um em especial!
Assista: Garoto de 6 canta para irmão com Down e emociona.

Veja o amor desse garoto de 6 anos pelo irmão, que nasceu com Down! Nicole Powell, de Cabot, Arkansas, EUA, postou na semana passada um vídeo do filho Rayce, de 6 anos, cantando para o irmãozinho Tripp.
Mal sabia ela que a cena iria sensibilizar milhões de corações. No clipe, Rayce canta:
“Eu gastaria dez mil horas e mais dez mil… se é isso que é preciso para entender esse seu doce coração…E talvez eu nunca chegue lá, mas vou tentar…. Se forem dez mil horas, ou o resto da minha vida,
eu vou te amar.”
A música é “Ten Thousand Hours”, de Dan + Shay e Justin Bieber, e se encaixa na história de amor que se desenrola nas vidas dessa família, que recentemente apareceu na TV local .
Aborto
A história deles é de amor fraterno e de pais que foram aconselhados a abortar o Tripp, mas que escolheram a vida.
“O amor não conta cromossomos”, diz Nicole.
Ela também descreve o momento musical como uma ocorrência comum: “É assim que eles se unem”.
Viral
O vídeo, publicado no Facebook na semana passada, já foi visto mais de um milhão de vezes.
O pai do bebê, JJ Grieves, também participou da conversa:
“Demora um pouco mais para aprender e um pouco mais de cuidado e mais amor, mas não é isso que o mundo precisa?”
Tripp passou todo o primeiro mês de sua vida em terapia intensiva, período em que recebi diariamente a visita de toda a família – Jayce, 9, Rayce, 6, Grayce, 2 e Reese, de um ano.
Ele teve alta na véspera de Natal.
Veja o momento de carinho:
Com informações do Daily Mail

Veja o amor desse garoto de 6 anos pelo irmão, que nasceu com Down! Nicole Powell, de Cabot, Arkansas, EUA, postou na semana passada um vídeo do filho Rayce, de 6 anos, cantando para o irmãozinho Tripp.
Mal sabia ela que a cena iria sensibilizar milhões de corações. No clipe, Rayce canta:
“Eu gastaria dez mil horas e mais dez mil… se é isso que é preciso para entender esse seu doce coração…E talvez eu nunca chegue lá, mas vou tentar…. Se forem dez mil horas, ou o resto da minha vida,
eu vou te amar.”
A música é “Ten Thousand Hours”, de Dan + Shay e Justin Bieber, e se encaixa na história de amor que se desenrola nas vidas dessa família, que recentemente apareceu na TV local .
Aborto
A história deles é de amor fraterno e de pais que foram aconselhados a abortar o Tripp, mas que escolheram a vida.
“O amor não conta cromossomos”, diz Nicole.
Ela também descreve o momento musical como uma ocorrência comum: “É assim que eles se unem”.
Viral
O vídeo, publicado no Facebook na semana passada, já foi visto mais de um milhão de vezes.
O pai do bebê, JJ Grieves, também participou da conversa:
“Demora um pouco mais para aprender e um pouco mais de cuidado e mais amor, mas não é isso que o mundo precisa?”
Tripp passou todo o primeiro mês de sua vida em terapia intensiva, período em que recebi diariamente a visita de toda a família – Jayce, 9, Rayce, 6, Grayce, 2 e Reese, de um ano.
Ele teve alta na véspera de Natal.
Veja o momento de carinho:
Com informações do Daily Mail
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