Latest Products

Pandemia reafirma importância de um ato simples: lavar as mãos

 


Tido como uma das formas mais simples e econômicas de prevenir doenças e controlar infecções, a correta e frequente higienização das mãos pode salvar vidas. E foi para tentar sensibilizar a população global sobre a importância do ato que vários países e instituições decidiram dedicar o 15 de outubro à celebração do Dia Mundial da Lavagem das Mãos.

Criada por iniciativa da Global Handwashing Partnership (GHP, em português, Parceria Global para a Lavagem das Mãos), uma organização não-governamental que reúne representantes do setor público e privado de diversas nações, incluindo multinacionais do setor de higiene e beleza, a data é celebrada desde 2008 e, neste ano, tem como lema a frase "Nosso futuro está em nossas mãos: avancemos juntos".

A efeméride é reconhecida inclusive pela Organização Mundial da Saúde (OMS), embora esta também tenha instituído uma data para estimular a adoção de boas práticas de higienização das mãos: o 5 de maio.  

Nesta quinta-feira (14), a diretora regional da OMS para o continente africano, Matshidiso Moeti, chamou a atenção para o fato de que muitas pessoas em todo o mundo ainda não têm acesso a água e sabão. Segundo ela, em média, apenas uma em cada quatro famílias que vivem nos países africanos tem acesso regular a esses produtos.

“Gostaria de aproveitar o fato de estarmos celebrando o Dia Mundial da Lavagem das Mãos para apelar para que todos os governos, parceiros e comunidades intensifiquem as estratégias que visam a aumentar o acesso à água potável e ao saneamento, uma vez que a lavagem das mãos com água e sabão faz parte das intervenções economicamente mais vantajosas para reduzir a transmissão de doenças”, disse Matshidiso Moeti, destacando que, para tentar conter a transmissão da covid-19, a maioria dos países africanos implementou ações para que mais gente tivesse acesso aos meios necessários para higienizar as mãos.

“O desafio agora é fazer com que estas e outras inovações sejam utilizadas em grande escala e é aqui que as parcerias público-privadas e os incentivos financeiros podem desempenhar um papel fundamental”, acrescentou a diretora regional.

Torneira de água

 


Tido como uma das formas mais simples e econômicas de prevenir doenças e controlar infecções, a correta e frequente higienização das mãos pode salvar vidas. E foi para tentar sensibilizar a população global sobre a importância do ato que vários países e instituições decidiram dedicar o 15 de outubro à celebração do Dia Mundial da Lavagem das Mãos.

Criada por iniciativa da Global Handwashing Partnership (GHP, em português, Parceria Global para a Lavagem das Mãos), uma organização não-governamental que reúne representantes do setor público e privado de diversas nações, incluindo multinacionais do setor de higiene e beleza, a data é celebrada desde 2008 e, neste ano, tem como lema a frase "Nosso futuro está em nossas mãos: avancemos juntos".

A efeméride é reconhecida inclusive pela Organização Mundial da Saúde (OMS), embora esta também tenha instituído uma data para estimular a adoção de boas práticas de higienização das mãos: o 5 de maio.  

Nesta quinta-feira (14), a diretora regional da OMS para o continente africano, Matshidiso Moeti, chamou a atenção para o fato de que muitas pessoas em todo o mundo ainda não têm acesso a água e sabão. Segundo ela, em média, apenas uma em cada quatro famílias que vivem nos países africanos tem acesso regular a esses produtos.

“Gostaria de aproveitar o fato de estarmos celebrando o Dia Mundial da Lavagem das Mãos para apelar para que todos os governos, parceiros e comunidades intensifiquem as estratégias que visam a aumentar o acesso à água potável e ao saneamento, uma vez que a lavagem das mãos com água e sabão faz parte das intervenções economicamente mais vantajosas para reduzir a transmissão de doenças”, disse Matshidiso Moeti, destacando que, para tentar conter a transmissão da covid-19, a maioria dos países africanos implementou ações para que mais gente tivesse acesso aos meios necessários para higienizar as mãos.

“O desafio agora é fazer com que estas e outras inovações sejam utilizadas em grande escala e é aqui que as parcerias público-privadas e os incentivos financeiros podem desempenhar um papel fundamental”, acrescentou a diretora regional.

Torneira de água

Mais Detalhes

APAE DE ILHÉUS PARABENIZA HOJE OS FISIOTERAPEUTAS PELO SEU DIA

 Dia dos profissionais que transformam movimentos em superação, trazem novas esperanças, fortalecendo o bem-estar e qualidade de vida!  Parabéns pelo trabalho, Fisioterapeuta! 



 

 

 Dia dos profissionais que transformam movimentos em superação, trazem novas esperanças, fortalecendo o bem-estar e qualidade de vida!  Parabéns pelo trabalho, Fisioterapeuta! 



 

 

Mais Detalhes

CÂMARA DEBATE TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA, EM AUDIÊNCIA PÚBLICA NESTA QUARTA-FEIRA, ILHÉUS

 

CÂMARA DEBATE TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA, EM AUDIÊNCIA PÚBLICA NESTA QUARTA-FEIRA, ILHÉUS
Por: Redação O Tabuleiro
Dia 04/10/2021 11h35

Diversos especialistas foram convidados a participar da Audiência Pública.

 

A Câmara de Vereadores de Ilhéus vai discutir as políticas públicas municipais voltadas para o tratamento do Transtorno do Espectro Autista (TEA), nesta quarta-feira (06), às 9 horas, no plenário Gilberto Fialho, com transmissão pelas redes sociais da instituição. A Audiência Pública atende a um requerimento feito pela vereadora Enilda Mendonça (PT), que destaca a importância social do tema.

Na justificativa, a parlamentar lembra que o TEA é um distúrbio do neurodesenvolvimento caracterizado por desenvolvimento atípico, manifestações comportamentais, déficits na comunicação e na interação social, padrões de comportamentos repetitivos e estereotipados. O TEA tem o autismo como um dos transtornos que integram o seu quadro.

Diversos especialistas foram convidados a participar da Audiência Pública. Eles destacarão os sinais mais óbvios do Transtorno do Espectro Autista, que tendem a aparecer entre 2 e 3 anos de idade. Em alguns casos, ele pode ser diagnosticado por volta dos 18 meses.

 

CÂMARA DEBATE TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA, EM AUDIÊNCIA PÚBLICA NESTA QUARTA-FEIRA, ILHÉUS
Por: Redação O Tabuleiro
Dia 04/10/2021 11h35

Diversos especialistas foram convidados a participar da Audiência Pública.

 

A Câmara de Vereadores de Ilhéus vai discutir as políticas públicas municipais voltadas para o tratamento do Transtorno do Espectro Autista (TEA), nesta quarta-feira (06), às 9 horas, no plenário Gilberto Fialho, com transmissão pelas redes sociais da instituição. A Audiência Pública atende a um requerimento feito pela vereadora Enilda Mendonça (PT), que destaca a importância social do tema.

Na justificativa, a parlamentar lembra que o TEA é um distúrbio do neurodesenvolvimento caracterizado por desenvolvimento atípico, manifestações comportamentais, déficits na comunicação e na interação social, padrões de comportamentos repetitivos e estereotipados. O TEA tem o autismo como um dos transtornos que integram o seu quadro.

Diversos especialistas foram convidados a participar da Audiência Pública. Eles destacarão os sinais mais óbvios do Transtorno do Espectro Autista, que tendem a aparecer entre 2 e 3 anos de idade. Em alguns casos, ele pode ser diagnosticado por volta dos 18 meses.

Mais Detalhes

Presidente José Turozi e Arthur Lira discutem propostas que fortalecem ações da Rede Apae Brasil

 

O presidente da Federação Nacional das Apaes (Fenapaes), José Turozi, se reuniu nesta quinta-feira (30) com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), para discutir políticas públicas destinadas às pessoas com deficiência intelectual e múltipla. O encontro, que ocorreu na residência oficial, em Brasília, contou com a presença do diretor Social da instituição, William Ferreira, do presidente da Federação das Apaes de Alagoas (Feapaes-AL), o deputado estadual Léo Loureiro (PP), e do vice-presidente da Federação das Apaes de Goiás (Feapaes-GO), Hélio Lopes.


Na oportunidade, além de fazer um panorama da Rede Apae Brasil – que atualmente reúne mais de 2.200 filiadas – e destacar o trabalhado desenvolvido nas cinco regiões do país e as ações que tiveram repercussão nacional, José Turozi entregou a Arthur Lira um documento com propostas que fortalecem as ações da organização e visam assegurar direitos e melhor qualidade de vida para as pessoas com deficiência. Os projetos foram feitos por cinco coordenadorias técnicas: Assistência Social; Educação; Educação Profissional, Trabalho, Emprego e Renda; Autogestão e Autodefensoria; e Defesa de Direitos e Mobilização Social.


Além disso, o presidente da Fenapaes apresentou um pedido de alteração no artigo 4º da Lei nº 5.768/71, referente aos sorteios filantrópicos, e demandas da saúde.


“Solicitamos apoio do Arthur Lira e da assessoria dele para que nossas pautas sejam realmente trabalhadas e efetivadas”, salientou Turozi, que disse acreditar que o parlamentar e sua equipe terão um olhar especial para a Rede Apae Brasil. “É uma porta que abrimos junto à Câmara dos Deputados para facilitar e melhorar a vida das pessoas com deficiência e para que a gente possa implementar as políticas públicas em prol dessa população”, acrescentou.

 

O presidente da Federação Nacional das Apaes (Fenapaes), José Turozi, se reuniu nesta quinta-feira (30) com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), para discutir políticas públicas destinadas às pessoas com deficiência intelectual e múltipla. O encontro, que ocorreu na residência oficial, em Brasília, contou com a presença do diretor Social da instituição, William Ferreira, do presidente da Federação das Apaes de Alagoas (Feapaes-AL), o deputado estadual Léo Loureiro (PP), e do vice-presidente da Federação das Apaes de Goiás (Feapaes-GO), Hélio Lopes.


Na oportunidade, além de fazer um panorama da Rede Apae Brasil – que atualmente reúne mais de 2.200 filiadas – e destacar o trabalhado desenvolvido nas cinco regiões do país e as ações que tiveram repercussão nacional, José Turozi entregou a Arthur Lira um documento com propostas que fortalecem as ações da organização e visam assegurar direitos e melhor qualidade de vida para as pessoas com deficiência. Os projetos foram feitos por cinco coordenadorias técnicas: Assistência Social; Educação; Educação Profissional, Trabalho, Emprego e Renda; Autogestão e Autodefensoria; e Defesa de Direitos e Mobilização Social.


Além disso, o presidente da Fenapaes apresentou um pedido de alteração no artigo 4º da Lei nº 5.768/71, referente aos sorteios filantrópicos, e demandas da saúde.


“Solicitamos apoio do Arthur Lira e da assessoria dele para que nossas pautas sejam realmente trabalhadas e efetivadas”, salientou Turozi, que disse acreditar que o parlamentar e sua equipe terão um olhar especial para a Rede Apae Brasil. “É uma porta que abrimos junto à Câmara dos Deputados para facilitar e melhorar a vida das pessoas com deficiência e para que a gente possa implementar as políticas públicas em prol dessa população”, acrescentou.

Mais Detalhes

CLIPE DO DIA: Midian Lima - Não Pare (Clipe Oficial MK Music)

 


 


Mais Detalhes

Prefeito Mário Alexandre assina convênio com Embasa para ampliar saneamento básico em Ilhéus

 


Reunião Embasa

O convênio que autoriza as obras para ampliação dos serviços de água tratada, coleta e tratamento de esgoto em Ilhéus foi assinado na segunda-feira (27), durante visita do prefeito Mário Alexandre à sede da Embasa. O planejamento inclui as zonas urbana e rural, além do reparo do pavimento nas áreas atendidas pela Embasa.

“Uma cidade desenvolvida é uma cidade com esgotamento e água tratada em toda a sua extensão. Por meio desse convênio solicitamos que o Município possa recuperar a pavimentação nos trechos onde ocorrem as intervenções, contribuindo na durabilidade do asfalto e demais obras ligadas ao saneamento. São investimentos que levam mais saúde e melhoram a qualidade de vida do nosso povo”, destacou Mário Alexandre.

Com o apoio do Governo do Estado, Ilhéus tem recebido investimentos de forma sistêmica e contínua para ampliar 100% a cobertura. Somado à conclusão da segunda etapa da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), já em andamento, a cobertura chegará a 80%, passo fundamental para o progresso econômico e social do município. Na ocasião também foram discutidas propostas para incorporar as novas diretrizes pautadas na Lei do Marco Legal do Saneamento, que visa garantir a universalização dos serviços.

 

 


Reunião Embasa

O convênio que autoriza as obras para ampliação dos serviços de água tratada, coleta e tratamento de esgoto em Ilhéus foi assinado na segunda-feira (27), durante visita do prefeito Mário Alexandre à sede da Embasa. O planejamento inclui as zonas urbana e rural, além do reparo do pavimento nas áreas atendidas pela Embasa.

“Uma cidade desenvolvida é uma cidade com esgotamento e água tratada em toda a sua extensão. Por meio desse convênio solicitamos que o Município possa recuperar a pavimentação nos trechos onde ocorrem as intervenções, contribuindo na durabilidade do asfalto e demais obras ligadas ao saneamento. São investimentos que levam mais saúde e melhoram a qualidade de vida do nosso povo”, destacou Mário Alexandre.

Com o apoio do Governo do Estado, Ilhéus tem recebido investimentos de forma sistêmica e contínua para ampliar 100% a cobertura. Somado à conclusão da segunda etapa da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), já em andamento, a cobertura chegará a 80%, passo fundamental para o progresso econômico e social do município. Na ocasião também foram discutidas propostas para incorporar as novas diretrizes pautadas na Lei do Marco Legal do Saneamento, que visa garantir a universalização dos serviços.

 

Mais Detalhes

Ilhéus: Retorno híbrido e inscrição para curso de relações étnico-raciais são destaque da agenda Sed

 

A secretaria de Educação da Prefeitura de Ilhéus lançou a programação pedagógica desta semana, onde o retorno híbrido das aulas e as inscrições abertas para o curso de relações étnico-raciais no contexto escolar, dia 29, são destaque na agenda da semana.

Na segunda-feira, 27, famílias e alunos participaram do retorno híbrido nas unidades escolares, etapa 2 da proposta pedagógica da educação municipal para o período de pandemia. O plantão pedagógico com a entrega presencial do roteiro de aprendizagem e do bloco de atividades às famílias, também foi realizado nas escolas com a participação dos diretores.

Pela manhã, aconteceu na Seduc a entrega simbólica de pré-livros produzidos pelos alunos do projeto Nas Ondas da Leitura, para o público escolar. A tarde, houve o encontro formativo para os trabalhadores dos serviços gerais e merendeiros, via Google Meet.

Na próxima quarta-feira, 29, estarão abertas as inscrições para o curso de relações étnico-raciais no contexto escolar para os profissionais da educação pela plataforma Doity. Também acontecerá uma reunião para orientações do setor de matrículas com secretários e gerentes administrativos via Google Meet.

O encontro presencial do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), acontece na quinta-feira, 30, às 10h, com gestores, conselheiros, secretários escolares, servidores em educação e comunidade em geral, via Google Meet.

Na mesma data e horário, será exibido, às 10h, o vídeo PCR de falas inclusivas 4, no Youtube, aberto para o público em geral. 

Na sexta-feira, 1º, o curso de libras, de nível intermediário, continua às 10h, para inscritos, nas plataformas Doity e Youtube. E a tarde, acontece a reunião integrada da Seduc com os diretores via Google Meet, às 14h.

 

A secretaria de Educação da Prefeitura de Ilhéus lançou a programação pedagógica desta semana, onde o retorno híbrido das aulas e as inscrições abertas para o curso de relações étnico-raciais no contexto escolar, dia 29, são destaque na agenda da semana.

Na segunda-feira, 27, famílias e alunos participaram do retorno híbrido nas unidades escolares, etapa 2 da proposta pedagógica da educação municipal para o período de pandemia. O plantão pedagógico com a entrega presencial do roteiro de aprendizagem e do bloco de atividades às famílias, também foi realizado nas escolas com a participação dos diretores.

Pela manhã, aconteceu na Seduc a entrega simbólica de pré-livros produzidos pelos alunos do projeto Nas Ondas da Leitura, para o público escolar. A tarde, houve o encontro formativo para os trabalhadores dos serviços gerais e merendeiros, via Google Meet.

Na próxima quarta-feira, 29, estarão abertas as inscrições para o curso de relações étnico-raciais no contexto escolar para os profissionais da educação pela plataforma Doity. Também acontecerá uma reunião para orientações do setor de matrículas com secretários e gerentes administrativos via Google Meet.

O encontro presencial do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), acontece na quinta-feira, 30, às 10h, com gestores, conselheiros, secretários escolares, servidores em educação e comunidade em geral, via Google Meet.

Na mesma data e horário, será exibido, às 10h, o vídeo PCR de falas inclusivas 4, no Youtube, aberto para o público em geral. 

Na sexta-feira, 1º, o curso de libras, de nível intermediário, continua às 10h, para inscritos, nas plataformas Doity e Youtube. E a tarde, acontece a reunião integrada da Seduc com os diretores via Google Meet, às 14h.

Mais Detalhes

Prefeitura firma parceria com o Abrigo São Vicente para assistir os idosos

 

A prefeitura por meio da secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza firmou uma parceria com o Abrigo São Vicente de Paulo para assistência aos idosos  abrigados na instituição.  Após participar da missa de encerramento da Semana do Idoso, o prefeito Mário Alexandre, juntamente com a diretoria do Abrigo, assinou um termo de cooperação neste último domingo, 26, na sede da entidade, para a destinação de gêneros alimentícios e assistência psicológica.

De acordo com a secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza, o município de Ilhéus realizará doação de cestas básicas, carnes e prestará por meio de profissionais psicólogos, assistência terapêutica durante um período de três meses, convênio a ser renovado por igual período.

“Fico muito feliz em poder fazer mais por nossos idosos do Abrigo São Vicente de Paulo. Assinamos o termo de cooperação, pois sabemos da grande importância desse trabalho que promove os cuidados com os idosos e do significado para todos aqueles que chegam na  terceira idade e necessitam de amparo e acolhimento”, disse o prefeito Mário Alexandre. “Fazer parcerias e ajudar instituições da nossa sociedade civil organizada em seus trabalhos sociais, é algo que a Prefeitura de Ilhéus valoriza”, completou.

 

A prefeitura por meio da secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza firmou uma parceria com o Abrigo São Vicente de Paulo para assistência aos idosos  abrigados na instituição.  Após participar da missa de encerramento da Semana do Idoso, o prefeito Mário Alexandre, juntamente com a diretoria do Abrigo, assinou um termo de cooperação neste último domingo, 26, na sede da entidade, para a destinação de gêneros alimentícios e assistência psicológica.

De acordo com a secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza, o município de Ilhéus realizará doação de cestas básicas, carnes e prestará por meio de profissionais psicólogos, assistência terapêutica durante um período de três meses, convênio a ser renovado por igual período.

“Fico muito feliz em poder fazer mais por nossos idosos do Abrigo São Vicente de Paulo. Assinamos o termo de cooperação, pois sabemos da grande importância desse trabalho que promove os cuidados com os idosos e do significado para todos aqueles que chegam na  terceira idade e necessitam de amparo e acolhimento”, disse o prefeito Mário Alexandre. “Fazer parcerias e ajudar instituições da nossa sociedade civil organizada em seus trabalhos sociais, é algo que a Prefeitura de Ilhéus valoriza”, completou.

Mais Detalhes

Mais de 7,6 mil casos de violência contra pessoas com deficiência foram registrados em 2019

 

O Atlas da Violência 2021 divulgou um estudo inédito e preocupante: em 2019, o Brasil registrou 7.613 casos de violência contra pessoas com deficiência. O levantamento aponta que 58,5% dos casos são de violência doméstica e as mulheres são as maiores vítimas das agressões. Elaborada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), em parceria com o Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), a publicação foi apresentada no dia 31 de agosto.


De acordo com o relatório, o grupo mais atingido é o que tem deficiência intelectual, com 36,2%, seguido de física (11,4%), auditiva (3,6%) e visual (1,4%). A análise mostra ainda que as agressões contra as mulheres são mais de duas vezes superiores às de homens, exceto quando a vítima é pessoa com deficiência visual, quando a superioridade é inferior a 25%.


Para elaborar o estudo, o Atlas usou os dados do Viva-Sinan (Vigilância de Violência Interpessoal e Autoprovocada do Sistema de Informação de Agravos de Notificação), do Ministério da Saúde, registrados por profissionais de saúde, e não considerou as violências autoprovocadas. Utilizou também a base de dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2013, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que buscou produzir dados a respeito da situação de saúde da população brasileira, inclusive das pessoas com deficiência, a partir da declaração dos entrevistados – no caso, pessoa com deficiência ou familiar/responsável.


Confira, abaixo, o resumo do estudo sobre violência contra pessoas com deficiência. Já para ter acesso à íntegra do Atlas da Violência 2021, acesse aqui.


Situação

 

A violência doméstica é a principal situação envolvendo violência interpessoal contra pessoas com deficiência, atingindo sobretudo as mulheres. Os dados indicam, em termos gerais, que a violência doméstica representava mais de 58% das notificações de violência contra pessoas com deficiência, seguida por violência comunitária (24%).


Em termos de gênero, a violência doméstica é ainda maior para as mulheres (61%), enquanto para os homens a violência comunitária é um pouco maior (26%).


Tipo

 

O tipo de violência mais notificado é a física, presente em 53% dos casos, seguida de psicológica (32%) e negligência/abandono (30%). A violência física tem mais registros para todas as pessoas com deficiência, exceto para aquelas com deficiências múltiplas, em que prevalece a negligência (50%).


A violência sexual se destaca entre as pessoas com deficiência intelectual, com 35%. Em termos de gênero, as proporções de violência psicológica e violência sexual são mais altas para mulheres (36% e 28%) que para homens (26% e 10%), em compensação, as proporções de negligência são maiores para homens (39% contra 24%), mas, mesmo neste caso, as notificações de mulheres superam às dos homens (1.171 contra 1040).


Idade

 

A maior concentração de notificações é para vítimas de 10 a 19 anos, decaindo gradativamente com o aumento da idade. De acordo com o estudo, há mais casos notificados de violência contra mulheres (4.540) do que contra homens (2.572), em todas as faixas etárias, exceto na faixa de 0 a 9 anos (293 contra 332).


Presente em 52,7% dos casos, a violência física se concentra na idade adulta de 20 a 59 anos, alcançando 77% dos casos na faixa de 30 a 39 anos, e sendo sempre maior que 60% nessas faixas. A violência psicológica – incluindo a violência patrimonial –, presente em 31,4% dos casos, é relativamente menos frequente entre as crianças de 0 a 9 anos.


A negligência/abandono (29%) se concentra entre as crianças de 0 a 9 anos (52%) e entre idosos, sendo 47% dos casos entre 60 e 69 anos, 61% entre 70 e 79 anos, e 73% entre pessoas com 80 anos ou mais.


Já a violência sexual, relativamente às demais violências, se destaca entre crianças, adolescentes e jovens: presente em 47% dos casos da faixa de 10 a 19 anos, em 29% das ocorrências da faixa de 20 a 29 anos, e em 28% dos casos entre as crianças de 0 a 9 anos.


Serviço

 

A Apae Brasil chama atenção: se você for vítima ou presenciar algum crime contra pessoas com deficiência, acione o Disque 100, um serviço de disseminação de informações acerca dos direitos de grupos vulneráveis e de denúncias de violações de direitos humanos. Qualquer pessoa pode fazer uma denúncia pelo serviço, que funciona diariamente, durante 24h, incluindo sábados, domingos e feriados.


As ligações podem ser feitas de todo o Brasil por meio de discagem direta e gratuita, de qualquer terminal telefônico fixo ou móvel. O cidadão pode entrar em contato com o Disque 100 por meio do site da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, pelo aplicativo Direitos Humanos Brasil e via WhatsApp, por meio do número (61) 99656-5008.

 

O Atlas da Violência 2021 divulgou um estudo inédito e preocupante: em 2019, o Brasil registrou 7.613 casos de violência contra pessoas com deficiência. O levantamento aponta que 58,5% dos casos são de violência doméstica e as mulheres são as maiores vítimas das agressões. Elaborada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), em parceria com o Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), a publicação foi apresentada no dia 31 de agosto.


De acordo com o relatório, o grupo mais atingido é o que tem deficiência intelectual, com 36,2%, seguido de física (11,4%), auditiva (3,6%) e visual (1,4%). A análise mostra ainda que as agressões contra as mulheres são mais de duas vezes superiores às de homens, exceto quando a vítima é pessoa com deficiência visual, quando a superioridade é inferior a 25%.


Para elaborar o estudo, o Atlas usou os dados do Viva-Sinan (Vigilância de Violência Interpessoal e Autoprovocada do Sistema de Informação de Agravos de Notificação), do Ministério da Saúde, registrados por profissionais de saúde, e não considerou as violências autoprovocadas. Utilizou também a base de dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2013, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que buscou produzir dados a respeito da situação de saúde da população brasileira, inclusive das pessoas com deficiência, a partir da declaração dos entrevistados – no caso, pessoa com deficiência ou familiar/responsável.


Confira, abaixo, o resumo do estudo sobre violência contra pessoas com deficiência. Já para ter acesso à íntegra do Atlas da Violência 2021, acesse aqui.


Situação

 

A violência doméstica é a principal situação envolvendo violência interpessoal contra pessoas com deficiência, atingindo sobretudo as mulheres. Os dados indicam, em termos gerais, que a violência doméstica representava mais de 58% das notificações de violência contra pessoas com deficiência, seguida por violência comunitária (24%).


Em termos de gênero, a violência doméstica é ainda maior para as mulheres (61%), enquanto para os homens a violência comunitária é um pouco maior (26%).


Tipo

 

O tipo de violência mais notificado é a física, presente em 53% dos casos, seguida de psicológica (32%) e negligência/abandono (30%). A violência física tem mais registros para todas as pessoas com deficiência, exceto para aquelas com deficiências múltiplas, em que prevalece a negligência (50%).


A violência sexual se destaca entre as pessoas com deficiência intelectual, com 35%. Em termos de gênero, as proporções de violência psicológica e violência sexual são mais altas para mulheres (36% e 28%) que para homens (26% e 10%), em compensação, as proporções de negligência são maiores para homens (39% contra 24%), mas, mesmo neste caso, as notificações de mulheres superam às dos homens (1.171 contra 1040).


Idade

 

A maior concentração de notificações é para vítimas de 10 a 19 anos, decaindo gradativamente com o aumento da idade. De acordo com o estudo, há mais casos notificados de violência contra mulheres (4.540) do que contra homens (2.572), em todas as faixas etárias, exceto na faixa de 0 a 9 anos (293 contra 332).


Presente em 52,7% dos casos, a violência física se concentra na idade adulta de 20 a 59 anos, alcançando 77% dos casos na faixa de 30 a 39 anos, e sendo sempre maior que 60% nessas faixas. A violência psicológica – incluindo a violência patrimonial –, presente em 31,4% dos casos, é relativamente menos frequente entre as crianças de 0 a 9 anos.


A negligência/abandono (29%) se concentra entre as crianças de 0 a 9 anos (52%) e entre idosos, sendo 47% dos casos entre 60 e 69 anos, 61% entre 70 e 79 anos, e 73% entre pessoas com 80 anos ou mais.


Já a violência sexual, relativamente às demais violências, se destaca entre crianças, adolescentes e jovens: presente em 47% dos casos da faixa de 10 a 19 anos, em 29% das ocorrências da faixa de 20 a 29 anos, e em 28% dos casos entre as crianças de 0 a 9 anos.


Serviço

 

A Apae Brasil chama atenção: se você for vítima ou presenciar algum crime contra pessoas com deficiência, acione o Disque 100, um serviço de disseminação de informações acerca dos direitos de grupos vulneráveis e de denúncias de violações de direitos humanos. Qualquer pessoa pode fazer uma denúncia pelo serviço, que funciona diariamente, durante 24h, incluindo sábados, domingos e feriados.


As ligações podem ser feitas de todo o Brasil por meio de discagem direta e gratuita, de qualquer terminal telefônico fixo ou móvel. O cidadão pode entrar em contato com o Disque 100 por meio do site da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, pelo aplicativo Direitos Humanos Brasil e via WhatsApp, por meio do número (61) 99656-5008.
Mais Detalhes

CLIPE DO DIA : Roupa Nova - Noites Traiçoeiras

 


 


Mais Detalhes
RBC 2019. Tecnologia do Blogger.
 

Copyright © 2019. APAEXONADOS - All Rights Reserved Netto Borgges